sábado, 1 de janeiro de 2011

O governador de Mato Grosso do Sul, andré Puccinelli, tomou posse para mais quatro anos de governo neste sábado








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na foto, o Governador  com Delasnieve Daspet


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O governador de Mato Grosso do Sul, andré Puccinelli, tomou posse para mais quatro anos de governo neste sábado
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A cerimônia teve início na Assembléia Legislativa onde, junto da vice-governadora Simone Tebet, fez o juramento e recebeu a faixa governamental do presidente da Assembléia, deputado estadual Jerson Domingos.
Logo após, passou em vistorias pelas tropas da Polícia Militar que o esperavam para as honras e se dirigiu ao Centro de Convenções Rubens Gil de Camilo, onde deu posse ao secretariado.

Governador
André Puccinelli, governador reeleito de Mato Grosso do Sul, nasceu em Viaregio (Itália) e veio para o Brasil com menos de um ano. Sua família fixou-se inicialmente em Porto Alegre (RS) e depois em Curitiba (PR), onde realizou seus estudos até concluir a faculdade. Casado com Elizabeth Puccinelli é pai de três filhos; a médica Vanessa Puccinelli, os advogados André Puccinelli Júnior e Denise Puccinelli.
Médico, formado pela Universidade Federal do Paraná, especializou-se em cirurgia geral. Atuou profissionalmente em Fátima do Sul (MS) até l983 e em Campo Grande. Foi Secretário Estadual de Saúde (l983/85), Deputado estadual por dois mandatos (1987/91 e l991/95) e Deputado federal (l995/96) até ser eleito prefeito da Capital de Mato Grosso do Sul.
André Puccinelli foi prefeito de Campo Grande (MS) por dois mandatos (1997/2000 e 2001/04). Como administrador, realizou obras e implantou programas que modernizaram a cidade, elevaram os seus indicadores econômicos e sociais e a qualidade de vida da sua população. Deixou o mandato com 98% de aprovação. Por dois anos consecutivos, foi apontado em pesquisa nacional como o melhor prefeito das capitais brasileiras.
Foi eleito governador de Mato Grosso do Sul em 2006 e reeleito em outubro de 2010. Em ambos os pleitos se elegeu no primeiro turno. Pesquisa recente constatou que a aprovação de seu governo, no primeiro mandato, atingiu índices de 85 por cento.
Vice-governadora
Simone Nassar Tebet nasceu em Três Lagoas. Advogada - formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, com especialização em Ciência do Direito pela Escola Superior de Magistratura e mestrado pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC)- foi professora universitária. Foi eleita deputada estadual em 2.002. Primeira mulher eleita para a prefeitura de Três Lagoas. Foi consultora técnica jurídica da Assembléia Legislativa de Mato Grosso do Sul e diretora técnica legislativa.

domingo, 26 de dezembro de 2010

Mensagem enviada pelo Sr. DAISAKU IKEDA à Delasnieve Daspet em agosto de 2009

Mensagem de Agradecimento


Excelentíssima Senhora Doutora Delasnieve Miranda Daspet de Souza, digníssima Presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB-Mato Grosso do Sul; Excelentíssimo Senhor Doutor Fábio Ricardo Trad, digníssimo Presidente da Ordem dos Advogados do Brasil - Seção de Mato Grosso do Sul, aos quais rendo o meu mais profundo respeito;

Excelentíssimas autoridades presentes, caros amigos, convidados, senhoras e senhores.

Nesta oportunidade em que a Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil - Seção de Mato Grosso do Sul distingue-me honrosamente com a presente Sessão Solene, desejo humildemente manifestar a minha mais sincera alegria e gratidão por esta alta consideração. Não há para mim júbilo maior.

Mesmo sem realizar contribuições à altura, recebo tão elevada distinção com inexaurível respeito, aceitando-a sob a responsabilidade de devotar ainda mais esforços para corresponder às expectativas de todos os presentes.

Agradeço pela especial concessão que me faz a Comissão de Direitos Humanos da OAB-MS de fazer me representar e peço a todos sinceras desculpas pela indelicadeza da minha ausência. Permita-me, porém, compartilhar com os nossos amigos de Campo Grande a alegria desta sublime honra.

Há algum tempo, publiquei meu diálogo com o ex-presidente da Academia Brasileira de Letras, Austregésilo de Athayde. Um dos pontos discutidos nesse encontro foi a educação como ponto primordial da revolução de qualquer sociedade que ao prosperar determina o próprio desenvolvimento. O que será então, importante para transformar a sociedade para um rumo melhor? Confirmamos com forte atenção, a importância da qualificação da dignidade de um ser humano teorizando sobre o fundamento do que é “dignidade do ser humano” ou “dignidade da vida”, porque onde houve falhas, ocorreram tragédias que foram parte da história da humanidade.
Acima de tudo, nós membros da SGI, concordamos que o foco máximo da educação no Século XXI depende do retorno ao ponto primordial do ser humano e de o quanto qualificou para direcionar as plenas possibilidades inerentes em cada um para o balanço harmonioso, à esperança e à felicidade.

A partir de hoje, uno-me às ilustres autoridades da Comissão de Direitos Humanos desta seção da OAB para estreitar os laços de amizade com os senhores, visando em especial, ao desenvolvimento do potencial de seus jovens.

Por fim, reiterando os profundos agradecimentos envio os meus sinceros votos de boa saúde e de prosperidade a todos os presentes.


Muito obrigado a todos os senhores.
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Tóquio, 24 de agosto de 2009
Daisaku Ikeda
Presidente da Soka Gakkai Internacional



sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

10 de Dezembro - Dia Internacional dos Direitos Humanos


Direitos Humanos e a Pobreza
                       Delasnieve Daspet*
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Dez  de dezembro é o dia dos Direitos Humanos.
O que há a ser comemorado?
Há muita fome, muita sede, muita insegurança, muitas guerras, opressões, indiferenças pelo mundo todo. Em todas as pessoas, em mim e em você.
São vários os temas a serem  debatidos  na ótica dos Direitos Humanos, entretanto, creio que a pobreza é o mais grave problema da violação de tais direitos.
A pobreza é causa e produto, pois aqueles que têm os seus direitos fundamentais negados são, certamente, os pobres, e, em seu bojo vem à discriminação, ao acesso desigual aos recursos, a estigmatizarão social e cultural.
Ainda não se vê a pobreza pelas lentes dos direitos humanos, mas sim, como uma responsabilidade dos pobres, e, os governantes, geralmente, nada fazem.
Os governos e suas políticas erradas para o combate a pobreza são, na minha visão, os grande culpados por esta situação.
Enquanto não houver interesse político, a pobreza continuará, e, os governos que se comprometem, por tratados internacionais, a fazer da pobreza coisa do passado, nada fazem.
Ao contrário, se humilha o pobre. Isso é o que acontece aqui no Brasil. O pobre é humilhado em sua dignidade com as “bolsas” de todos os tipos. O pobre não necessita de caridade e sim de boas políticas públicas e, ações  de toda sociedade.
A inclusão não é uma questão de caridade, mas de vontade.
Devemos compreender que os direitos consagrados na Declaração Universal dos Diretos Humanos significam muito pouco para os bilhões de indivíduos que vivem à margem, vulneráveis, com fome, doentes, sem emprego, etc...
Se olharmos a pobreza baseado nos Direitos Humanos poderemos dar independência aos mesmos, ajudá-los a obter conhecimento e condições para regerem suas vidas.
O problema será erradicado quando a educação, a saúde, a segurança e o emprego chegar a todos.
Aí, então,  os Direitos Humanos  serão aplicados aos indivíduos.
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E, é em nome dos famintos,
Dos que sentem frio,
Dos que se revoltam,
Dos que morrem abandonados,
Dos que sonham,
Dos que buscam a paz;
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Em nome dos que falam em silêncio,
Do olhar aflito,
Dos humilhados pelas esmolas,
Dos que dormem ao relento,
Dos que a fome lhes dói,
Dos que estendem as mãos aflitas,
Dos que gemem de dor
Dos que choram lágrimas de medo;
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Em nome dos sonhos mortos,
Dos que dormem na chuva,
O sono miserável dos esquecidos,
Ofereço estes versos como um diálogo de paz.
Ofereço a minha voz para que se rebelem
Contra todas as xenofobias e discriminações;
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Ofereço meu canto de liberdade para que
Todos tenham o direito de ser humano,
E, fiquem livres da opressão, da tirania e do medo;
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Ofereço minhas mãos para que nos liberem das dores
Da indiferença, das guerras e do terrorismo;
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Ofereço minha força
Para eliminar as exclusões e injustiças..
Divido meu pão
Com aqueles que a fome  destrói;
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Ofereço o meu cobertor para que se agasalhem
Da chuva e do vento que os acolhe nas ruas;
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Ofereço meus versos, meu bem maior,
Para a construção de uma herança de paz.
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Entrego a minha poesia como semente,
Que ela germine na chuva, ajudando a diversidade e a biodiversidade;
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Entrego minhas canções para que se diluam nos ventos,
Nas águas, nas matas, no fogo, e, enfim,
Aniquile a gaiola, a prisão silenciosa, que atordoa
O invisível!
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Ofereço meu canto de paz e me associo a harmonia que induz o PAZEAR:
Eu pazeio!
Tu pazeias!
Ele pazeia!
Nos pazeamos!
Vos pazeais;
Eles pazeiam.
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**Delasnieve Miranda  Daspet de Souza
Embaixadora Universal  da Paz
no âmbito  do Cercle Universel des Ambassadeurs de la Paix
Ativista de Causas Humanitárias, Ambientais,  Sociais e Culturais

Campo Grande-MS, 05.12.10

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Sergio Antonio Meneghetti

Era Apenas Sonho
 .
Certa noite acordei assustado
Porem era apenas um sonho
Vi o mundo modificado
Vi na face; um povo tristonho
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Existia um sentimento chamado maldade
Outro tinha nome de egoísmo
Mais além, semelhante a este, perversidade
E no coração reinava o ceticismo
 .
Existia também alegria
E em momentos; felicidade
O mundo se dividia
Em altruísmo e banalidade
 .
Não entendia como isto podia ser
Todos filhos do mesmo Criador
Tinha o bem estar e o sofrer
Vivendo juntos; o amor e o rancor
 .
Neste sonho vi irmãos lutando
E não entedia o porquê
Poderiam estar felizes e cantando
Agradecendo a noite; e o amanhecer
 .
A falta do necessário batia na porta
Do outro lado riqueza e fartura
Talvez seja ficção! Que importa?
Mas ali a vida parecia dura
 .
Sonhava que neste globo abençoado
De alguma forma era tudo diferente
Talvez porque no passado o amor fora crucificado
E herdaram estas dores neste presente
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Puxa! Ainda bem que foi sonho
Se fosse assim o mundo não seria bom
Quase perdi uma noite de sono
Mas; isto não existe neste chão
 .
Foi uma boa escolha seguir o Cristo
Acompanhando seus ensinamentos e praticado
Por este motivo vivo, existo
E somente o bem está ao meu lado
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Como amo esta terra de bem aventurança
Onde o carma é só uma lenda
Somos sempre alegres feito crianças
E o amor e a solidariedade sempre foi nosso lema.
 .
Espero jamais ter outro sonho terrível
Tenho sempre que amar para não cair
Com trabalho e caridade tudo é possível
Afinal! Não é este o sentido de existir?
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                                                         Sergio Antonio Meneghetti                        24/11/2010                                                                      

Embaixador Universal da Paz  - França - Genebra - Suiça -
Cercle Universel des Ambassadeurs de la Paix
 

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Age, Agora! - Delasnieve Daspet









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Age, Agora!
      Delasnieve Daspet – 19-10-06
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Age, agora!
Tua ação pode ser o raiar as claras da alvorada,
Tua omissão será como o escurecer da
Misteriosa tristeza de uma noite sem estrelas...
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Age, agora!
Teu agir será como uma sinfonia dos ventos nordestes,
E não o soluço das brisas sem alento!
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Age, agora!
Teu grito de alerta acordará os adormecidos,
Que sentirão o mesmo medo e dirão:
Pobre Terra, Pobre Humano!
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Age, agora!
Pois a paz se realiza na caridade,
Ela se firma na bondade,
Ela leva em si a esperança
Que tanto nos falta!
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Age, agora!
A indiferença e o desamor matam!
Se tens a Paz,
Não sonhes com o amanhã,
Age, agora!