Chapter 10. Peace Axis: Russia-BRICS-Global Community of SPHERONS. World Peace Planetary Leader in the XXI century
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A PAZ COMO CIÊNCIA
MS
representa o Brasil em entidade global que estuda a paz como ciência e busca
influenciar as lideranças mundiais
É do Mato Grosso do Sul a única representante brasileira da GHA (Associação de Harmonia Global),
que reúne 600 membros em 65 países em um trabalho que já dura dez anos em prol da paz.
Após uma década de trabalho, a associação apresenta a primeira versão da obra "Ciência pela Paz Global",
que tem entre seus 130 co-autores, a sul-mato-grossense Delasnieve Daspet, da Associação Internacional de Poetas, e membro de várias entidades internacionais que promovem a cultura pela paz.
Ao lado de Delasnieve, assinam a obra o ex-presidente da Índia, Abdul Kalam;
o prêmio Nobel da Paz, Mairead Corrigan e o pioneiro de estudos sobre a paz, Johan Galtung.
A GHA arregimentou um grupo de pacifistas e cientistas para estudar a paz como ciência.
O resultado disso está na influência do pensamento acadêmico. A Índia, por exemplo, iniciou um curso universitário específico para tratar sobre a paz como ciência em nível de licenciatura, mestrado e doutorado, o Word Harmony Institute.
Agora, o GHA quer levar o pensamento para outros grupos científicos de diferentes países, organizando também congressos e concursos abordando a questão. A meta é a criação de uma nova ordem mundial que trate da paz.
Participar da consolidação de um pensamento inovador que tem como objetivo o estudo da paz como ciência. É a consolidação democrática em que grupos científicos de diferentes países, com múltiplas abordagens científicas, que buscarão a opção para a existência da paz. Um trabalho conjunto por meio da ciência e da cultura.É um trabalho a longo prazo.
Sandra Luz ( Jornalista )
É do Mato Grosso do Sul a única representante brasileira da GHA (Associação de Harmonia Global),
que reúne 600 membros em 65 países em um trabalho que já dura dez anos em prol da paz.
Após uma década de trabalho, a associação apresenta a primeira versão da obra "Ciência pela Paz Global",
que tem entre seus 130 co-autores, a sul-mato-grossense Delasnieve Daspet, da Associação Internacional de Poetas, e membro de várias entidades internacionais que promovem a cultura pela paz.
Ao lado de Delasnieve, assinam a obra o ex-presidente da Índia, Abdul Kalam;
o prêmio Nobel da Paz, Mairead Corrigan e o pioneiro de estudos sobre a paz, Johan Galtung.
A GHA arregimentou um grupo de pacifistas e cientistas para estudar a paz como ciência.
O resultado disso está na influência do pensamento acadêmico. A Índia, por exemplo, iniciou um curso universitário específico para tratar sobre a paz como ciência em nível de licenciatura, mestrado e doutorado, o Word Harmony Institute.
Agora, o GHA quer levar o pensamento para outros grupos científicos de diferentes países, organizando também congressos e concursos abordando a questão. A meta é a criação de uma nova ordem mundial que trate da paz.
Participar da consolidação de um pensamento inovador que tem como objetivo o estudo da paz como ciência. É a consolidação democrática em que grupos científicos de diferentes países, com múltiplas abordagens científicas, que buscarão a opção para a existência da paz. Um trabalho conjunto por meio da ciência e da cultura.É um trabalho a longo prazo.
Para Delasnieve
Daspet, que há mais de 15 anos atua em movimentos semelhantes por todo o mundo,
essa ciência integra o potencial espiritual da humanidade, tranquilidade em
todas as nações, culturas e civilizações, com as técnicas inovadoras
apresentadas nos estudos promovidos pelos integrantes deste grupo de
cientistas. A paz, em nosso tempo, é tão frágil como era há 100 anos - em
1914, como 75 anos atrás - em 1939, antes das duas guerras mundiais, as mais
sangrentas do século XX. A guerra nuclear é um espectro que ronda a
humanidade. E se ela ocorrer será sem precedente em suas vitimas, que serão de
bilhões. Isto é, se houver sobrevivente.A guerra tem uma ciência que a orienta -
a ciência militar que sempre esteve presente na história humana.
Agora, como
única representante brasileira no grupo, acredita que a "paz, em contraste com a guerra, não
contava com uma ciência que a estudasse, que a fortalecesse, que a tornasse uma
consciência social. A compreensão cientifica da paz, somente ela, poderá
libertar-nos das ameças de novas guerras. As ferramentas da paz se encontram
entre nos, e, cabe aos governantes consolida-las com a educação para a paz, a
cultura da paz, da harmonia inter-religiosa, desarmamento, constituição
planetária, democracia, justiça econômica, jornalismo de paz, o direito
internacional, a resolução pacífica dos conflitos".
Os 32
cientistas que assinam, como co-autores globais a Ciência da Paz - oriundos de
13 países, entre os quais Delasnieve Daspet, são os que ajudaram a produzir o
estudo a ser apresentado, inicialmente, aos líderes dos países que integram o
Brics ( Brasil,Rússia , Índia , China, África do
Sul), além do Cazaquistão e da Malásia.
Delasnieve
destaca que os trabalhos realizados no Brasil - no dia 20 de setembro, na Cidade
de Deus, em Campo Grande (MS), integram o filme
que foi enviado a Leo Semashko, presidente do GHA.
Uma cópia foi entregue por ele Museu
Roerich, em São Petersburgo. O poema lido na época integrará o livro a ser
lançado pela Academia Internacional da Paz Mundial que Delasnieve passa, agora,
a integrar.
Para Leo
Semashko, encarar a paz como ciência vai influenciar diretamente na forma de
pensar dos principais líderes mundiais e o comportamento será reproduzido pelas
demais nações. O exemplo mais recente foi do presidente russo,
Vladimir Putin, que reproduziu o pensamento do alemão Albert Einstein: "vamos exigir uma maneira substancialmente nova de pensar se a humanidade sobreviver".
A frase está grafada no livro da GHA, que foi enviado a Putin antes da Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas), em setembro último.
Semashko afirma que quer acreditar que as muitas mensagens enviadas pela organização tenham influenciado no discurso do líder russo.
Vladimir Putin, que reproduziu o pensamento do alemão Albert Einstein: "vamos exigir uma maneira substancialmente nova de pensar se a humanidade sobreviver".
A frase está grafada no livro da GHA, que foi enviado a Putin antes da Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas), em setembro último.
Semashko afirma que quer acreditar que as muitas mensagens enviadas pela organização tenham influenciado no discurso do líder russo.
Assinam o estudo
cientifico:
1.
Leo Semashko, presidente da GHA, editor,filósofo e sociólogo -
Russia
2.
Julia Budnikova, especialista em pesquisa - Russia
3.
Yuri Ztimbalist - engenheiro e escritor - Russia
4.
Subhash Chandra, educadora - Índia
5.
Surendra Pathak, linguista - Índia
6.
Narayanam N. Murthy, pesquisadora - Índia
7. Delasnieve Daspet, pacifista e escritora,
Brasil
8.
Mairead Maguire, Nobel Peace Prize (1976), Prêmio Nobel -
Irlanda
9. Stephen Mennell, professor Emérito da Universidade de Dublin, sociólogo -
Irlanda
10. Johan Galtung, professor de Estudos da Paz, sociólogo -
Alemanha
11. Uraz Baimuratov, economista - Cazaquistão
12. Roger Kotila, psicólogo -
EUA
13. Rudolf J. Siebert, professor de religião e
sociedade - EUA
14. Kurt Johnson, biólogo - EUA
15. Francois Houtart, sociólogo - Bélgica
16. Ayo Ayoola-Amale, representante da GHA para a África - Gana
17. Heli Habyarimana, linguista
- Ruanda
18. Robert J. Burrowes, pesquisador sobre
violência, sociólogo - Austrália
19. Gopala Krishnan, historiador
- Malásia
20. Bishnu Pathak, cientista político - Nepal
21. Charles Mercieca, historiador - EUA
22. Kanakmal Dugar, pesquisador -
Índia
23. A.K.
Merchant, pesquisador da Índia
24. Subhash Sharma, economista - Índia
25. Norman Kurland, economista -
EUA
26. Justo BolekiaBoleka, professor de estudos franceses - Espanha
27. Reimon Bachika, sociólogo -
Japão
28. Ernesto Kahan, físico - Israel
29. TakisIoannides,escritor
- Grécia
30. Chinta M. Yogi, professor -
Nepal
31. Adolf Shvedchikov, escritor - Russia
32. Guy Crequie, pacifista e escritor -
França
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