quarta-feira, 27 de junho de 2012

Sem Saída... poesia de Delasnieve Daspet

Sem Saída
Delasnieve Daspet
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Um dia após o outro,
O tempo, célere, continua
Um vilão sem tréguas
Esculpindo ruínas.
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Vai minando nossas forças,
Comprometendo nossas idéias,
Nos envelhecendo cada valiosa célula.
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Nos tornamos frágeis,
Sem vontada de dar a volta
Nem de sacudir a poeira.
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A vida continua...
Indiferente a tudo e a todos,
Apesar das mazelas,
Sem se importar se temos forças
Para superar a dor de viver...
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É a roda viva...
"...Tem dia que a gente sente
Como quem partiu ou morreu"...
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Olhar perdido no horizonte,
Na barra do mundo,
Sem outro dia,
Sem manhãs gloriosas,
Sem um abraço amigo...
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Sem alternativas
Começamos a nos perder
Na quimera da luz
Que nos tolhe as saídas...
DD_Delasnieve Daspet - 27-07-03 - Campo Grande MS
Poesias-->Sem Saída. -- 18/08/2003 - 23:46 (Delasnieve Daspet)

terça-feira, 12 de junho de 2012

PAZEANDO EM CAMPO GRANDE MS

EM CAMPO GRANDE - MS:
PREFEITO, VICE-PREFEITO, DEPUTADOS, VEREADORES, PROFESSORES,
COORDENADORES , EMPRESÁRIOS E SERVIDORES DA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PAZEIAM COM DELASNIEVE DASPET

Eu PAZEIO!
Tu PAZEIAS!
Ele PAZEIA!
Nós PAZEAMOS!
Vós PAZEAIS!
Eles PAZEIAM!
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O brilho da Paz
             Delasnieve Daspet
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Para que brilhe a luz
Da paz, em nosso olhar,
É  preciso que o orvalho,
Libertado, faça desabrochar
Em flores as urzes que pisam
Os pés...
DD_Delasnieve Daspet - 01.06.12
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Participei no dia 11.06.12 de um evento na Secretaria de Cultura do Municipio de Campo Grande - MS. Foi um evento onde participaram educadores,
diretores, coordenadores das 93 ( noventa e tres ) escolas municipais de nossa capital, falamos da 1ª Feira Literária Internacional de Mato Grosso do Sul - no Congresso Cultural de Poetas del Mundo e falamos de PAZ.
Tive opurtunidade de partilhar com os nossos dirigentes, prefeito, vice-prefeito, deputados, vereadores, professores, coordenadores, empresários e servidores da secretária da educação  sobre a  Cultura da Paz .
Disse a todos que Cultura da Paz é a  Paz em ação.
CONJUGAMOS - JUNTOS - DE MÃOS DADAS - O VERBO PAZEAR:
Eu PAZEIO!
Tu PAZEIAS!
Ele PAZEIA!
Nós PAZEAMOS!
Vós PAZEAIS!
Eles PAZEIAM!

Disse que não  pode haver paz sem desenvolvimento sustentável, sem educação, sem democracia, sem distribuição de recursos que venham eliminar as diferenças entre os países e entre os seres vivos.
Sabemos que não haverá paz se não houver respeito  aos direitos humanos. Temos de buscar a paz na vida em conjunto dos diferentes, no compartilhar, no ouvir, no zelar, no assumir responsabilidades, lutando contra a pobreza, contra a exclusão, garantindo a igualdade, a equidade politica e social e a
diversidade cultural.
Eu tento levar  a paz em todos os momentos e atividadades que participo.
É a forma como penso, por isso levei ao Legislativo Estadual de Mato Grosso do Sul e ao Municipal de Campo Grande a idéia de criar-se o Dia da Cultura da Paz, através de anteprojeto de minha autoria - que foi aprovado virando lei - , no ambito estadual - através da lei 4.034 de 31 de maio de 2011, publicado
no DOE no dia 1º de junho de 2011 foi instituído o Dia Estadual da Cultura da Paz, criado o Prêmio Paz e Cultura e adotada a Bandeira da Paz , e, no
municipal através do  Projeto de Lei nº 7.045/11  foi instituído o Dia Municipal da Cultura da Paz,  que será celebrado, anualmente, no dia 21 de
setembro.
Temos de   conscientizar, mobilizar, educar, prever,  e informar por  todos os meios como puderemos, em conjuto, buscar a Cultura da Paz.
A Cultura da  Paz  requer profunda participação de todos. Cabe-nos organizar e assumir essa responsabilidade. É uma iniciativa  a longo prazo e que
precisa ser colocada em pratica no dia-a-dia familiar, regional ou nacional.
A Paz não é um processo passivo - devemos nos esforçar por ela, promove-la e  administra-la.
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Delasnieve Miranda Daspet de Souza
Embaixadora Universal da Paz
Advogada, Humanista, Ativista dos Direitos Humanos, Sociais, Ambientais, Culturais.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

JOAO PEREIRA CORREIA FURTADO - EMBAIXADOR DA PAZ


CERCLE UNIVERSEL DES AMBASSADEURS DE LA PAIX
SUISSE / FRANCE
Né le 3 Août 2004 paru au journal Officiel : 28 août 2004 N° 1019

 JOAO  PEREIRA  CORREIA FURTADO   
CABO VERDE - ÁFRICA

Bem Vindo(a) ao Círculo Universal dos Embaixadores da Paz!
EMBAIXADOR

E--- Eu juro que falarei de Paz
M--- Minha única esperança
B--- Belo sonho... Talvez utópico...
A--- A PAZ entre os homens
I--- Imagino o fim dos conflitos...
X--- Xadrez humano no tabuleiro em PAZ
A--- As cores juntas em um único arco
D--- Do Norte ao Sul e do Este ao Poente
O--- O Mundo, este único espaço vivo
R--- Repleto de sorriso de inocentes crianças!

João Furtado
Praia, 13 de Abril de 2012


sexta-feira, 30 de março de 2012

NOVOS EMBAIXADORES APRESENTADOS AO CIRCULO UNIVERSAL DE EMBAIXADORES DA PAZ:

NOVOS EMBAIXADORES APRESENTADOS AO CIRCULO UNIVERSAL DE EMBAIXADORES DA PAZ:

CERCLE UNIVERSEL DES AMBASSADEURS DE LA PAIX
SUISSE / FRANCE
LEA LUH VIANA

MARTA HELENA REIS

NEWTON EMEDIATO FILHO

                                       

Bem vindo ao Circulo Universal dos Embaixadores da Paz !

CERCLE UNIVERSEL des AMBASSADEURS de la PAIX
CP 417 1211 GENEVE 19 Suisse

 
 


segunda-feira, 5 de março de 2012

PROJETO DA ADVOGADA DELASNIEVE DASPET DE RESSOCIALIZAÇÃO DE DETENTOS NO REGIME SEMIABERTO EM ANDAMENTO

O Estado B1- Edição de 05-março-2012.
                       Daiany Albuquerque
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Sejusp vai tirar do papel convênio que garante ensino superior a presos.
Acordo entre o governo estadual, a OAB e a Anhanguera foi assinado em 2009, mas até agora está engavetado.

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Eu penso que o preso deve produzir para pagar suas despesas, cuidar de sua familia, pagar os que prejudicou com seus atos, indenizar familias, etc. Esse custo não pode e não deve ser suportado pela sociedade como tem sido - apresentei esse projeto de ressocialização e assinamos convenio com a Universidade Anhanguera Uniderp, Governo do Estado do Estado de Mato Grosso do Sul e a OAB-MS. No meu  projeto o detento tem que ser preparado para voltar e assumir seu lugar na sociedade e lá dentro - tem de trabalhar, de produzir para sua manutenção e de quem dele dependia. Inscrivi esse projeto no premio Innovare - apos dois anos o governo disse que vai começar sua aplicação. Fico deveras feliz por contribuir - como cidadã - ao meu Pais, ao meu Estado, ao crescimento dessa grande parcela de cidadãos que são os presidiários.
                                                                                                                                              Delasnieve Daspet
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Convênio que previa, entre outras ações, oferecer curso superior a detentos de Mato Grosso do Sul, de autoria da advogada Delasnieve Miranda Daspet de Souza, assinado em dezembro de 2009, finalmente deve sair do papel.
A garantia foi dada pela Sejusp (Secretaria de Justiça e Segurança Pública).
O acordo previa intercâmbio com universidades nas áreas educacional, técnica, científica e cultural, a realização de cursos, seminários, conferências, congressos e outras atividades educacionais, culturais e profissionalizantes.
O objetivo é ressocializar presos em regime semiaberto e facilitar sua inclusão social no cumprimento de sua pena.
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Segurança Pública promete definir detalhes sobre acordo esta semana..
A parceria foi feita entre o governo do Estado por meio da Sejusp e da Agepen (Agência Penitenciária), OAB-MS (Ordem dos Advogados do Brasil) e Universidade Anhanguera-Uniderp.
Entre os pontos acordados estava a possibilidade de cursos superiores on-line, pela Anhanguera. De acordo com a assessoria da Sejusp, o projeto ainda não foi executado por “problemas técnicos”. “Na próxima semana a Agepen, a Sejusp e a universidade irão fazer uma reunião. O governo ainda tem interesse em dar prosseguimento ao projeto”, informou a assessoria da Sejusp na sextafeira (2), um dia depois de ser indagada sobre as razões de o convênio ainda não ter sido executado.
Segundo a advogada Delasnieve, a parte que lhe cabia no acordo era o acompanhamento das atividades, porém, após a assinatura do acordo, a advogada disse que entrou em contato tanto com a universidade quanto com a Agepen, mas, na época, foi informada de que não teria havido entendimento entre as partes para o início das atividades. “Falei com o Ivo (Arcângelo Vendrusculo Busato), pró-reitor de Extensão da
universidade, e ele me disse que eles não se entenderam; já na Agepen me disseram que a universidade é que não tinha cumprido a sua parte”, disse Delasnieve.
O projeto, que deveria ter começado em 2010, está parado há dois anos e dois meses “Tudo que eu poderia fazer eu fiz, deixei tudo encaminhado, todos assinaram o acordo, só faltava a execução, mas isso não era comigo”, completou a advogada.
Por meio de sua assessoria, a Anhanguera limitou-se a dizer que o convênio não foi desfeito. “A Pró-Reitoria de Extensão mantém contato com a direção da Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen) para viabilizar as ações do convênio”, disse em nota.
Quando a reportagem entrou em contato com a advogada, ela disse que não acreditava que o convênio sairia do papel. “Acho que nem vai acontecer. Infelizmente perdi dois anos da minha vida fazendo esse projeto para não ser feito. Um fica jogando para o outro e nada acontece”.
Conforme Delasnieve, ela já havia até inscrito o projeto no Prêmio Innovare, que premia práticas inovadoras realizadas por magistrados, membros do MPE e MPF, defensores públicos e advogados públicos e privados.
O projeto não tinha custo, segundo o relatório, para nenhuma das partes.
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SINOPSE DO PROJETO DE DELASNIEVE DASPET


 O projeto de Delasnieve Miranda Daspet de Souza visa desenvolver ações que busquem  a melhoria dos apenados e do sistema penal de Mato Grosso do Sul - mantendo intercâmbios com universidades nas áreas educacional, técnica, cientifica e cultural para a busca do atendimento aos anseios dessa comunidade com a realização de cursos, seminários, conferências, congressos e outras atividades educacionais, culturais e profissionalizantes, que desenvolvam o aspecto econômico, social, do individuo e das instituições envolvidas, principalmente, estabelecendo parcerias para desenvovler pesquisas e atividades de extensão direcionada a questões de interesse cientifico e desenvolvimento regional. A parceria atuará -se possível - em todas as áreas ( faculdades ) da Universidade Anhanguera-Uniderp - pensou-se, inclusive, num outro momento, a possibilidade de cursos superiores on-line - já que a a Anhanguera-Uniderp tem vasta experiência em curso superior à distância e será fácil a instalação de uma antena para atender os detentos do semi-aberto, e, também seria possivel: 1. Ampliar a capacidade efetiva de participação dos apenados em regime semi-aberto em curso profissionalizantes que os ressocialize de fato e de direito e facilite da sua inclusão social após efetivo cumprimento de suas obrigações penais para com a sociedade. 2. Garantir o ensino e o equilíbrio das informações a todos os participantes do semi-aberto, qualificando-os, formando-os , profissionalizando-os, atendendo problemas atinentes à educação, à profissão, à saúde, ao social, em perfeita integração. 3. Realizar trabalhos com o sistema penal do estado, inicialmente, nas áreas de Veterinária, Engenharia Civil, Agronomia, Direito, Engenharia da Computação, Serviço Social, Psicologia.
Foi assinado um Convênio de Cooperação Mútua sem quaisquer ônus para o Estado e o Sistema Penitenciário - a ser iniciado pelos cursos de Direito e Agronomia.
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 Fatores de sucesso da prática:
O fato de se recuperar através do trabalho - de oportunizar aos detentos uma qualificação profissional - diminuirá a reincidencia dos mesmos na criminalidade. Um detento profissionalizado certamente encontrará um mercado de trabalho mais receptivo as suas habilidades.
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Processo de implementação da prática:
Observar, na sua ação administrativa, as diretrizes pactuadas no que se refere a estabelecimentos penais semi-abertos do estado no que concerne a educação profissionalizante, atendimento social, de saúde, tecnológica, nas áreas dos cursos existentes na universidade aos apenados;
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Explique como sua prática contribui para o combate ao crime organizado:
Ampliará a capacidade efetiva de participação dos apenados em regime semi-aberto em curso profissionalizantes que os ressocialize de fato e de direito e facilite da sua inclusão social após efetivo cumprimento de suas obrigações penais para com a sociedade, bem como irá garantir o ensino e o equilíbrio das informações a todos os participantes do semi-aberto, qualificando-os, formando-os , profissionalizando-os, atendendo problemas atinentes à educação, à profissão, à saúde, ao social, em perfeita integração. A ressocialização obrigatoriamente passa pela educação, pela cultura, pelo respeito aos direios humanos, pelo resgate da cidadania. Esta será a forma de reintegra-los na sociedade.
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Observações:
É um trabalho que pode ser desenvolvido a nivel nacional com todas as universidades e agencias penitenciárias - basta boa vontade e o interesse do Estado e demais parceiros envolvidos. Ofereço de bom grado a todo o Pais - já houvera encaminhado através da Comissão de Direitos Humanos da OAB-MS - que presidi de 2007 a 2009 - ao Departamento Penitenciário Nacional e ao Ministério da Justiça.
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Inovações:
È possível ressocializar um criminoso, promovendo sua reintegração na sociedade como um sujeito consciente do seu papel, inclusive de seus direitos e limites de cidadão, diminuindo as chances de reincidência. Na maioria das vezes, o próprio detento não acredita em si mesmo nem em seu potencial como cidadão e, muito menos, na Justiça. Por isso, é fundamental que todas as pessoas que trabalham no sistema prisional tenham convicção de que é possível resgatar o condenado. É preciso tratar o preso como um cidadão que está pagando sua dívida social e deve ser preparado para reingressar na sociedade quando estiver quite. As universidades, por seu turno, necessitam fazer um trabalho social, além, de colocar seus acadêmicos na prática do aprendizado. Envolver a sociedade num problema que não é so do governo e muito menos da justiça, e, sim - de toda a sociedade.
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Dificuldades encontradas:
Até o momento nenhuma dificuldade - porque é um projeto vantajoso para as partes envolvidas. O Estado e o Sistema Penal terão um trabalho de atendimento em todas as áreas - áreas, diga-se de extrema necessidade e urgencia de serem atendidas sem qualwur custo. A Universidade Anhanguera-Uniderp terá um laboratório para as atividades de extensão - obrigatórias - em todas as áreas - sem custos adicionais - a não ser os de praxe. Estará cumprindo seu papel social - obrigatório - e, exercitando a prática laborial obrigatória a seus alunos. Os presos terão oportunidade de aprendizado e de recuperar a sua cidadania - até hoje negados pela situação penal de nosso Pais da qual não foge o estado de Mato Grosso do Sul. A OAB-MS e a idealizadora do projeto a Embaixadora Universal da Paz e advogada Delasnieve Miranda Daspet de Souza serão os avaliadores e fiscalizadores do convênio.
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Desburocratização da justiça:
Não havendo reincidencia - pois de acordo com o CNJ o percentual de reincidência de presos no país, que hoje chega a 80%. Somente com esta colocação se estará contribuindo de maneira ímpar para a celeridade e desburocratização da jsutiça.
O projeto esta em andamento desde maio de 2009 e foi assinado pelas entidades envolvidas: Estado de Mato Grosso do Sul, Universidade Anhanguera-Uniderp - Anhanguera Educacional S.A.,Agencia Estadual de Administração do Sistema Penitenciário, Ordem dos Advogados do Brasil - MS e pela Embaixdora Universal da Paz - pelo Cercle Universel des Ambassadeurs de La Paix - a advogada sul-mato-grossense Delasnieve Miranda Daspet de Souza ( OABMS-2181) autora e idealizadora do projeto que foi assinado pelas partes em 18 de dezembro de 2009 para ter inicio com a inauguração do semi-aberto da Gameleira - com capacidade para 1000 ( mil ) detentos. O presidio da Gameleira foi inaugurado em inicio do mes de maio do corrente ano.
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Resumo das  etapas de funcionamento:
Curso de Direito: Disponibilizando-se o PRAJUR da Universidade Anhanguera – Uniderp para a realização de trabalhos jurídicos referentes a Contagem de Pena, Previdenciários com a contrapartida da SEJUSP no tocante a qualificação dos acadêmicos e professores na parte de contagem de penas. Disponibilizar assistência jurídica gratuita para os familiares dos internos. Realizar atendimento jurídico aos internos. Realizar a revisão do cálculo de penas dos encarcerados.
Curso de Agronomia: - Projeto de se plantar lavoura com plantas que possam ser utilizadas na alimentação dos internos. O excedente seria negociado com o Ceasa ou Supermercadistas. Os valores obtidos com a venda reverteriam para a própria instituição. Projeto de criatório de peixes. Criatório de uma área com árvores da região para reflorestamento.
Para a realização e implantação do projeto a faculdade capacitaria 10 detentos que seriam os multiplicadores – com a supervisão dos coordenadores e alunos da faculdade de agronomia,
Da área ociosa de 40 has seriam plantados com gramíneas para alimento dos animais cavalares – da Polícia Montada cuja sede seria transferida para a instituição.
Meio Ambiente - Será desenvolvido pelo curso de Agronomia :
Recuperação do córrego Gameleira que se encontra totalmente degradado;
Recuperação da mata ciliar;
Reciclar o lixão – transformando o lixo em adubo orgânico.
Realizar a capacitação de multiplicadores, no Campus das Agrárias, para a condução de atividades olerícolas;
Orientar a instalação e acompanhamento da horta junto a unidade da AGEPEN no Presídio da Gameleira
Curso de Engenharia da Computação:
Os professores preparariam 10 alunos ( detentos ) que seriam os monitores no semi-aberto. Estes multiplicariam e fariam a orientação dos demais detentos – com curso básico, excel, técnico em computação, e, outros cursos passiveis na área. Curso de Engenharia Civil:
Seriam capacitados alguns detentos para servirem de monitores ou multiplicadores dentro da instituição.
Seriam ministrados cursos de mão de obra: pedreiros, serventes, carpinteiros, pintores, azulejistas e construção de moirões, de tijolos, canos e etc... Produtos que seriam – num primeiro momento – utilizados pelo próprio sistema.
Meio Ambiente - a utilização do lixão – que seriam reciclados e usados na feitura de tijolos, telhas, etc. que seriam utilizados pelo sistema.
Curso de Veterinária
Seriam capacitados alguns detentos para servirem de monitores e multiplicadores dentro da instituição;
seriam ministrados cursos de atendimentos e cuidados aos animais da instituição, bem como, qualificar os que tiverem interesse no trato com animais de pequeno porte.
Curso de Serviço Social
-Promoção da prevenção, integração social e ampliação da cidadania dos detentos e de seus familiares, garantindo a realização dos seus direitos sociais;
Curso de Psicologia
Atendimento a população carcerária, do sistema semi-aberto, na área da saúde mental com diagnóstico de distúrbios de comportamento

Infraestrutura
Toda a infra-estrutura do Sistema Penal Semi-Aberto da AGEPEN-MS e da Secretaria de Governo de Justiça e Segurança Pública e a Universidade Anhanguera Uniderp - com seu campo de pesquisa, de professores, técnicos e academicos extensionistas.
Equipe
Custos - serão mínimos: Ao estado ( AGEPEN-MS ) - cuidar da segurança dos academicos e professores quando estes estiverem nas dependencias da pentienciaria, e, também - cuidar do transporte dos mesmos desde a universidade-pentienciaria-universidade. À Universidade - não terá custo algum - pois as aulas serão consideradas cursos de extenção - e a esses alunos e professores já é garantido por lei o seguro. Quanto ao salário do professor é o mesmo que já estaria percebendo como titular da cadeira. A OAB-MS e a advogada idealizadora do projeto - terão apenas - em período determinado pelo convenio.
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Parceria
Governo do Estado de Mato Grosso do Sul através da Secretaria de Justiça e Segurança Pública, Agência Estadual de Adminsitração do Sistema Penitenciário, Universidade Anhanguera-Uniderp S.A, Ordem dos Advogados do Brasil, e, a idealizadora do projeto Embaixadora Universal da Paz - pelo Cercle Universel des Ambassadeurs de la Paix - advogada Delasnieve Miranda Daspet de Souza
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Equipamentos / Sistemas
O Estado ( AGEPEN ) fornecerá aos professores e acadêmicos os maquinários e utensilios necessários para a realização, implemntação e cumprimento do conveniado.
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Orçamento
Sem custos.
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Beneficios a serem alcançados:
A ressocialização não será vantajosa apenas aos presos. A justiça tem de ver o apenado não apenas nesta condição - mas acima de tudo como um cidadão.O preso renascerá com uma profissão, com cultura, com saúde, vendo seus familiares atendidos. Se abraçarmos o projeto reduziremos a reincidencia e a jsutiça ficará menos emperrada, se levarmos em conta a reincidencia de cerca de 80% dos apenados.

sábado, 18 de fevereiro de 2012

A Lírica de Delasnieve Daspet - Ensaio de Helenice Maria Reis Rocha


Literatura
 
Estado Mato Grosso do Sul -  C7
Sábado, 18 de fevereiro de 2012
Jornal O
http://www.oestadoms.com.br/flip/18-02-2012/p23b.pdf
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Autora Helenice Maria Reis Rocha é graduada em Letras pela UFMG
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A Lírica de Delasnieve Daspet  - Ensaio
        de Helenice Maria Reis Rocha* Pensando na possibilidade de configurar um conceito de lírica pós moderna ao sabor das mídias contemporâneas, detenho-me na poesia de Delasnieve, líder brasileira de Poetas del Mundo, poesia em trânsito na modernidade global num momento de desconstrução das lógicas discursivas hegemônicas e de babelização das estabilidades conceituais dos discursos canônicos.
Se existe algo, em termos conceituais, que nos garante a possibilidade de definir algo como fenômeno de linguagem inscrito na compreensão de uma dicção lírica,o que seria esta dicção no bojo dos falares contemporâneos,da linguagem de massas , da secreta fabulação dos teóricos da academia é o que me cabe perguntar neste trabalho. Remeto-me a um verso de Safo,a grande voz feminina da lírica grega,sobre solidão e lua e aporto no seguinte verso...¨somente a Lua, indiferente, continuou iluminando a cidade escura pela tua ausência(Daspet,20,2003).
Safo, num momento de profunda solidão expressa a sua condição humana de criatura sem defesa diante do abandono (as ninfas se foram,o dia também) eterno abandono de toda criatura diante da realidade única: sou o único ser com o qual realmente estou neste momento a ausência. Delasnieviana se aproxima da ausência do poema imortal de Safo, aquela que nos remete a nós mesmos.
 
A poética do desencanto que nos descentra da palavra de aprovação, seja da academia ou mesmo daquele discurso hegemônico que legitima, ou quem sabe, da benção do pai, fundamento, saber por excelência, ratificado pelo aristotélico verbo de identidade, e estabeleço a crise, o não lugar,a possibilidade da utopia ou da ausência total dela.
 
O Não LugarDicção migrante entre os saberes do mundo e a palavra. A dicção aparentemente simples, quase midiática (música sertaneja,hip hop) entremostra a inquietante decisão da palavra que afirmativa que diz do que sabe e a instigante fragilidade do non sense. Deixar de existir é impossível para o cantor sertanejo, uma vez que este não lugar exila o sujeito da identificação afetiva. Se o corte epistemológico que cinde os saberes do mundo com a emoção do poeta realiza esta desidentificação com o status hegemônico, tanto a hegemonia do discurso oficial, quanto a hegemonia do discurso da margem, na sua pluralidade, estamos diante da singularidade da linguagem poética, terra estranha, mundo insólito de selvagens, redutíveis apenas à beleza, por ela mesma, e à estranha humanidade da razura,da perda, de todos os perdidos no mundo e enclausurados na única realidade mesma do homem, o intangível da comunicabilidade através da palavra. Novamente Lua e Desencanto Encostada na janela senti a serenidade da noite A Lua começava a surgir num suave prelúdio da bela luz refletida na areia(Daspet,23,2003)
Retomando a sábia ironia de Ruth Silviano Brandão sobre uma certa idéia de logus, teia iluminadora da razão, invenção de homens, reivindico aqui o direito à sombra, à ambiguidade do inconsciente , à uma certa clandestinidade que esta poesia evoca. A lua refletida na areia é uma entreluz , não uma luz total ou a completa ausência delaArs Poética.
Em Um Ser Partido,vejamos:
O que pulsa em mim Vê-se no espelho partido Irrevogavelmente viva Povoada de ausências... O sangue segue seu caminho E, torna-me uma mera sátira! Uma sátira de involuntários movimentos(Daspet,90,2000)
Flor de Logus estilhaçando os recursos da linguagem pré socrática. O espelho partido , a recusa da identificação que legitima a autoridade, a presença, e que, no feminino, estabelece o caldo de rebeldia que reconduz dolorosamente à vidaDesidentificada e sóSem o shtablisment. Então, algo da ordem do indizível se instaura porque, aquele que deixa de existir, desiste de qualquer legitimação, o que é impossível para qualquer arte inscrita no escopo da ideologia, dos discursos hegemônicos...
Poeta trilhando o heróico caminho da lírica feminina pós moderna que estilhaça as dores clássicas da romântica Cecília Meireles e suas jovenzinhas torturadas, ou a contemplativa Henriqueta e seu sublime elogio da morte. Se todas as Mariazinhas foram educadas para a arte do encontro, Psafo, a três mila anos atrás já tinha desistido dele, assumindo a sua solidão diante da Lua, que nesta lírica não é a dos namorados. O desencanto desta dicção deságua no inusitado de
 
São Difíceis as Coisas que quero dizer
Esperou tanto um novo encontro que a esperança se esvaiu como um copo d'água esquecido(Daspet,77,2001)
Só uma dicção lírica como esta daria lugar à arte do desencontro. Uma água que não sacia, parte de um esquecimento que não ousa ser esquecido. Saindo da lógica estabelecida do encontro feliz, do casamento com a eternidade,  proponho aqui a seguinte reflexão Otávio Paz,em Os Filhos do Barro - nos diz da tradição da ruptura, ou seja:o esforço de romper com os parâmetros tradicionais da linguagem, nos joga na armadilha de transformar em tradição, a pretensão à subversão. Sem recorrência à nenhum dos recursos formais da recolocação matérica dos recursos da linguagem poética, propostos pelo formalismo e estruturalismo russo estaria aqui a arte poética fundamentalmente no modo de dizer. Advogo aqui a força do que se diz para além das possibilidades do dizível Em Transpondo Barreiras,Delasnieve diz: Vou trabalhar meus medos o temor do desconhecido De não mais existir Do primitivo homo sapiens ao que cheguei ser Vou transpor minhas fronteiras(Daspet,88,2002)
O salto mortal da experiência primeva de existir à possibilidade da não existência, elide o sujeito, assunção que razura o estar no mundo em relação aos saberes, aos falares, aos discursos, tanto oficiais quanto não oficiais. Se não existo, caminho rumo a pátria incerta, socrática, daquilo que não sei. Triunfo sobre logus, afirmativo por excelência, mesmo quando nega. Crise, fenda, cisura que exila o sujeito da autoridade que vem de fora (do pai,dos discursos hegemônicos,das narcísicas tradições culturais de autoridade ou da dialética pretensão à ela).
Rebeldia e simplicidade. Excêntrica simplicidade recusando os latifúndios culturais das modernas teorias da linguagem. Linguagem de massas circunstanciando a dicção de uma lírica de três mil anos.
A vida é um caminho Reclamo a minha estrada O reencontro comigo!(Daspet,20,2002)....
Retomando João Ribeiro em Páginas de Estética, números 45 e 63 numa reflexão de A.M.Teixeira....o aspecto essencial da beleza é não ser intelectualmente compreendida e não conter um só elemento de inteligência ou razão. Pode ser explicada: podem-se perscrutar as leis secretas que a regem como todas as coisas; mas sentí-la não é matéria da ciência(...)A obra de arte precisa 'conviver' e 'con-criar' conosco. Para que haja mistério na obra literária ou plástica é mister que haja incompreensão, mas sem obscuridade; que a alma que as escute ou as sinta se embeveça e continue a cismar o sonho do poeta.....Cada um se perfaz e completa a sua impressão própria e pessoal. A verdadeira obra de arte é mais um estímulo....do que idéia.
Esta Lua que se recusa, tanto à obscuridade quanto à Luz plena se me afigura o lugar provocador da linguagem poética que se recusa à estabelecer-se, levando a produção de sentidos a migrar, junto com aquele que lê, tanto à possibilidade de criação quanto à de recriação.
 
Inscreve-se assim nesta poesia, a possibilidade permanente da rediscussão da  estabilidade que nos impressiona nas teorias contemporâneas da linguagem poética. Não se trata aqui do experimentalismo formalista ou estruturalista nem tão pouco das modernas posturas das poetisas contemporâneas diante da nossa eterna condição humana.  Simplesmente a serena postura de alguém diante da Lua, se desligando do mundo com todas as suas linguagens, sedução e formas de autoridade.
 
Rebeldia total. Esta recusa ao mundo através da contemplação da lua. Me parece o corte epistemológico que nega dialeticamente a identificação narcísica com a autoridade como poder. E consequentemente as formas de identificação que legitimam a tirania do discurso oficial,de qualquer poder hegemônico. Bhabha nos diz: Não passará a linguagem da teoria de mais um estratagema da elite ocidental culturalmente privilegiada para produzir um discurso do Outro que reforça a sua própria equação de conhecimento e poder....(Bhabha,1998:45)
Pensando na poesia de Delasnieve como quem frui um fenômeno de dicção que é parte da diáspora pós colonial (antes do 11 de setembro) é interessante associar visões de lírica de três mil anos atrás com a contemporaneidade.
A simplicidade desta linguagem me remete à comunicabilidade midiática, à lírica de todos os tempos, ao que parece banal e é complexo.  Se pensarmos que, em termos de lírica trovadoresca,  passando por Camões(Lírica),  que usa o modus operandi da redondilha, essencialmente popular,  talvez tenhamos uma pista para compreender esta junção entre comunicabilidade imediata e complexidade,  uma vez que a também aparente simplicidade de Safo atravessou três mil anos. 
 
Se Benjamim (Magia e Técnica,Arte e Política) nos diz que a lírica,  bem como toda a poesia,  nos diz que a arte não é reprodutível em série,  penso ser perfeitamente possível dizer que o formato,  a forma linguageira,  pode ser reprodutível,  os sentidos produzidos certamente não.
 
Vivemos dentro de uma estrutura de linguagem aristotélica, conceitual, estruturada sobre o verbo ser que funciona como um princípio de autoridade que legitima ou não alguém . Os marxistas questionam isto o tempo todo.  A dialética também e a poesia de Delasnieve  me lembra muito Safo no momento (e este verso de três linhas atravessou  três mil anos). Ela se  posiciona diante da sua Lua como se desconhecese o barulho do mundo.  Apesar de ser uma autoridade legal não parece buscar nenhuma forma de legitimação por um princípio de autoridade, seja teórica, seja epistemológica (teorias contemporâneas sobre o fazer poético)Isto é muito revolucionário e fui precebendo que é uma poesia belíssimas.
Lembro  que a  liberdade é a única forma de servir à humanidade como artista.
 
Em termos de Delasnieve, quanto de todos os líricos,  advogo a possibilidade de estarmos diante do que Adorno,  Herbert Head chamam de objeto único.
Irredutível senão aos seus próprios termos .
Misterioso e belo na sua intraduzível simplicidade.
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Helenice Maria Reis Rocha  -Perfil
Possui graduação em Letras pela Universidade Federal de Minas Gerais (1997) e mestrado em LETRAS: ESTUDOS LITERÁRIOS pela Faculdade de Letras (2000); Título: Sinais de Oralidade:A Transfiguração da Voz em Cobra Norato, Ano de Obtenção: 2000.;atuando principalmente no seguinte tema: Amazônia, Vida.Especialista em Música, área de Concentração: Educação Musical.Crítica.
De Belo Horizonte -MG - Brasil
helenice@task.com.br .
O presente ensaio será apresentado pela autora junto a ABRALIC - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE LITERATURA COMPARADA. .Produção em C,T & A Textos em jornais de notícias/revistas 1. ROCHA, H. M. R. . As Marcas da Alteridade em Cobra Norato. Revista da Pós-Graduação em Letras da UFPA, Belém, p. 95 - 102, 10 jun. 2006. Trabalhos completos publicados em anais de congressos 1. ROCHA, H. M. R. . As Veredas da Palavra: uma tautologia do sertão. In: Encontro Regional da ABRALIC, 2005, Rio de Janeiro. As Veredas da Palavra: uma tautologia do sertão, 2005. 2. ROCHA, H. M. R. . Os Arquétipos Femininos na Poesia de Ana Miranda. In: XI Seminário Nacional Mulher e Literatura II Seminário Internacional Mulher e Literatura ANPOLL, 2005, Rio de Janeiro. Os Arquétipos Femininos na Poesia de Ana Miranda, 2005. 3. ROCHA, H. M. R. . Comunicação Riobaldo Tatarana entre o Ser e o Nada. In: III Seminário Internacional Guimarães Rosa, 2004, Belo Horizonte. Comunicação Riobaldo Tatarana entre o Ser e o Nada, 2004. Apresentações de Trabalho 1. ROCHA, H. M. R. . 8º Salão Minastenista de Pintura. 2004. (Apresentação de Trabalho/Comunicação). 2. ROCHA, H. M. R. . 1ª Exposição Minas Tênis. 1991. (Apresentação de Trabalho/Comunicação). Produção artística/cultural 1. ROCHA, H. M. R. . Sinfonia dos Elementais. 2004. (Apresentação de obra artística/Musical). 2 ROCHA, H. M. R. . Cameratinha Dissonante para Cordas. 2005 (Musical).
 
 

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Sopro de Paz! poesia de Delasnieve Daspet

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Arte de Aila Tavernard
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Sopro de Paz!
Delasnieve Daspet
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Tantos caminhos.
Vamos e voltamos,
Retornamos ao mesmo lugar...
Buscando  a Paz, onde ela esta?!
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Procuro-a nas matas, nas montanhas, nos rios,
Nas plantas, animais, frutos,
No orvalho que brilha no sol da manhã;
Na vida que nasce todas as horas,
Em todos os locais,
Onde?
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A  paz estará onde não houver ódios;
Quando irmãos não se agredirem,
Quando religiões não se maquiarem de vestais,
Quando a mão direita não souber da esquerda,
Quando  as vidas não brigarem entre si...
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Andei por  vários atalhos,
Acompanhei os dias que surgiam;
Após o inverno resplandecia a primavera;
Depois do verão as folhas outonam os solos...
E apesar do ruído do mundo 
As madressilvas chegarão...
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Aprendi que ao amarmos  completamente,
Um amor gratuíto,
Que não se prende a qualquer dogma ou regulamento,
Divinal, o sopro de paz surgirá!
 DD_Delasnieve Daspet  11.02.12 - Campo Grande-MS