terça-feira, 3 de maio de 2011
sexta-feira, 4 de março de 2011
FALA DE DELASNIEVE DASPET - NA INAUGURAÇÃO DA AME - ASSISTÊNCIA AO MENOR
Em 2001 quando fui informada de que era a nova presidente da AME ASSISTÊNCIA AO MENOR – e que fora eleita por aclamação, não poderia imaginar o dia de hoje.
De cara enfrentei vários problemas – o maior deles era o descrédito do poder publico para com a entidade – fui me apresentar a então secretaria Tânia Garib e de pronto ela me passou uma carraspana... Na hora fiquei aborrecida e quis fechar a entidade – estava entrando naquele momento – estava acabando de assumir - mas o alerta serviu para que me enteirasse do problema e que tomasse aquilo como um desafio.
Foi o que eu fiz.
Fomos atrás de parceiros – falei com a maçonaria e obtive ajuda de cunhados ímpares como o Ivan Dias Rodrigues que por mais de seis meses nos ajudou no combustível; ao cunhado Aragão que nos emprestou a carrocinha para buscar quebras de supermercados; a Leda Santiago Ramos – que não nos deixou faltar legumes e frutas das quebras do Comper; ao amigo e Juiz Francisco Gerardo de Souza – que nos colocou no sistema de penas alternativas; ao Francisco Costa e Silva, nosso tesoureiro e parceiro de primeira hora; ao Boaventura Diacopolus – nosso benemérito-contador; e temos o Arthur Jorge do Amaral e Janete do Carmo Cerqueira que nos doaram os livros da biblioteca e a Leda Santiago Ramos que doou todas as estantes; ao meu marido Nelson Vieira de Souza – que é quem garante os valores que faltam ( porque sempre falta!), aos meus filhos Marcel e Werner – que por mais de 9 anos nos ajudaram na administração, a Lena – parceira desde o primeiro dia... não posso deixar de agradecer a parceria da SEMED – com a professora Maria Cecilia Amendola da Mota e a do SAS com a nossa senadora Maria Antonieta Amorim Trad, e a todos os servidores da Secretaria de Assistência Social e a de Educação que sempre nos deram força e ensinamentos...
A tranco e barrancos fomos vencendo ano a ano... eu, sempre querendo entregar a entidade a comunidade – chamei-os para virem compor a diretoria – disse para assumirem a direção... ainda não conseguimos nos entender, e, enquanto isso seguimos à frente.
Aí, de repente no ano passado, outro cunhado de maçonaria nos deu um presente – 10 computadores nos foram doados pela ELETROSUL – através do Ricardo Luiz de Souza Licks – que também é nosso benemérito anual através do CLIK ESPERANÇA.
Com a chegada dos computadores me sobreveio novo ânimo e corri atrás das idéias que me tomavam.. Fui atrás do prefeito e amigo Nelson Trad Filho e pedi esta área a AME , esta, e o pedaço que esta ai a frente... Fui acompanhada dos representantes da TOYOTA aqui em Mato Grosso do Sul – porque as idéias latejam em mim e precisavam nascer... e entrou em cena o nosso parceiro maior – o parceiro supremo que nunca nos faltou – falo de Deus – que nos deu o caminho e a forma de segui-lo. E o prefeito Nelson – que Deus o abençoe sempre – acolheu nosso pedido e mandou processa-lo... Sei que demora o andamento das coisas e que a burocracia é grande – mas a confiança no trabalho e na responsabilidade é maior.
E aqui estamos, senhores e senhoras, amigos queridos, parceiros de todas as horas – aqui estamos entregando à população da região dos lagos um centro de cultura e de lazer. Uma biblioteca com cerca de três mil volumes, um ambiente para desenvolver artes, artesanato; outro para música – pretendemos criar uma orquestra de cordas – bem pequena – com 39 instrumentos – uma sala de leitura, um espaço para oficinas literárias.
Gestando – no espaço ao lado, pensamos num pequeno teatro para 80 lugares – um teatro de bolso, e, uma sala para esportes. Como sabem meu filho é campeão do centro-oeste, campeão nacional e vice campeão, por duas vezes, do sul-americano de jiu-jitsu e levará a sua arte para os jovens desta região.
Penso e pratico o meu pensamento de que os mais afortunados tem a obrigação de dividir com os que pouco possuem.
Desde janeiro estamos empenhados nesta reforma - aqui conseguiremos atender em torno de 200 crianças de 6 a 16 anos – a prefeitura nos ajuda com a manutenção de 50 crianças de 6 a 14 anos – o excedente temos feito por nos mesmo.
Alias, Senhor Prefeito, Sra. Secretaria – precisamos de uma ajuda maior.
Claro que não é fácil... também, se fosse fácil todos fariam – então aos loucos e aos visionários foi dado a parcela de ousadia necessária do sonho e o da realização.
Sou um desses loucos e visionários, graças a Deus!
E porque sou um desses seres dos quais falava é que estou com esta árdua missão, de traduzir em palavras a importância deste Centro de Cultura e Lazer – lhes digo isso porque o que se concretiza nesta oportunidade, não é só a instalação física de um local destinado a receber crianças carentes, mas representa o acolhimento destas, quer para reforçar sua educação, quer para propiciar-lhes formação. O que se vê nascer hoje é fruto de conjunto de esforços de pessoas que deram de si, visando à formação de verdadeiros cidadãos que, a partir deste momento passam a ter mais acesso ao conhecimento científico e cultural.
Já estamos com dois atletas treinando xadrez... nos aguardem!
Nos aguardem!
O que me resta nesta oportunidade é parabenizar a todos os que contribuíram para que o Centro se tornasse uma realidade, cidadãos que traduzem em si uma consciência social ativa e que reacendem, em cada um de nós, a esperança de uma sociedade mais igualitária e mais justa e renovam a crença no ser humano, que levarão na memória o nome das pessoas que serviram de mola propulsora aos seus progressos pessoais.
Obrigada a todos que atenderam ao meu convite e aqui vieram para ajudar a propagar a fé no homem.
Obrigada!
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Visão de trabalho social - ( Delasnieve Daspet )
Delasnieve Daspet – tem uma visão macro do que é um trabalho social com crianças . Com seu trabalho pretende ajudar a suprir as carências dos programas e ações que deveriam garantir a execução dos direitos e dos deveres das crianças e adolescentes na faixa etária de 07 a 14 anos.
É ao que ela se propõe e dentro das possibilidades que lhe são dadas é o que tem tentado fazer. Tem por objetivo melhorar o apoio socio-educativo e complementar das crianças nessa faixa etária, filhos de pais de baixa renda.
Procura estender esse amparo aos familiares dessas crianças, levando-se em conta a necessidade dos mesmos, não o que se possa ofertar. Ela tenta adequar a entidade as necessidades dos carentes, não o contrário.
Procura – em parceria com hospitais, profissionais da saúde, da educação, de empresas particulares - desenvolver atendimento dentário, médico, jurídico, psicológico, educacional e semi-profissionalizante às crianças e aos pais, fazendo convênios com igrejas, associações e com metodologia própria ao alcance dos necessitados.
Entende, Delasnieve Daspet – que a desigualdade social não é uma história a ser contada ou decantada. É um fato que temos de tentar reverter.
Esperar que apenas o Governo, em quaisquer de seus âmbitos, venha a realizar trabalhos que modifiquem o status quo presente é uma utopia.
Afirma Delasnieve que - “ Ë necessário que a sociedade civil se mobilize e consiga diminuir essa disparidade que tanto nos envergonha enquanto seres humanos.
Temos as melhores Leis do Mundo. Somos um País riquíssimo. Mas muito desigual
Estamos falando dos seres humanos que irão reger os destinos deste País.
Cuidar de nossas riquezas. De nossa continuidade. De nossa velhice . Da unidade do País.
A miséria – é o grande desafio do Brasil, e nos propomos a dar nossa parcela de ajuda por mínima que seja”
NA entidade que dirige – atende 60 ( sessenta ) crianças... e a pergunta que não cala e que se faz permanentemente é: NÃO PODEMOS ATENDER MAIS??
E ela responde: “ Sim, podemos. Temos tempo. Temos espaço. Temos necessidade. Temos necessitados.A procura por vagas é intensa. Constante. Porém para que possamos aumentar a nossa cota de vagas, se faz mister que tenhamos a garantia da disponibilizar o recurso financeiro para o desenvolvimento dos projetos idealizados. Saindo-se do campo dos sonhos!
É necessário formalizar e readequar os espaços – como oficinas profissionalizantes, de produção, com oferta de novos cursos para a comunidade, sempre através de parceria, única forma de viabilizar um trabalho desse nível..
Se não investirmos nas crianças – não haverá futuro. Não haverá amanhã.
É necessário que se invista na educação.
Na formação dos professores.
Ao invés de punir vamos educar – criar situações para que o futuro seja viável, tendo como base a saúde, o lazer, a educação e a cultura.
Proporcionar ar ao adolescente um convívio sadio e salutar de forma que lhe garanta satisfação pessoal e melhor desempenho psíco-motor.
Promover com as crianças atividades culturais tais como: artes cênicas; danças; coral, festas folclóricas e comemorativas com incentivo de desenvolvimento educacional.
Proporcionar uma alimentação compatível com suplemento nutricional, procurando melhorar as condições de saúde e nutrição dos mesmos.
Orientar e auxiliar os adolescentes na busca de qualificação profissional., integrando-os na sua família e na sua comunidade.
Este é o sonho que move e o que se busca é a potencializar o progresso pela educação, eis que só chegaremos a algum patamar desde que nos conscientizemos de que investir na educação, na construção do brasileiro do amanhã, estaremos, também, reduzindo as taxas de pobreza , de violência, da nossa população.
E para que realmente saia do campo dos projetos e das coisas viáveis e necessário que o poder público, através de seus gestores, dê um contínuo apoio e monitoramento que permita verificar ao alcance dos propósitos.
Promovendo a Cultura de Direitos Humanos -
Vamos, de novo e sempre, partir da premissa de que a educação é o elemento essencial para a promoção e defesa dos direitos humanos em diferentes níveis e modalidades.
Pretendemos - não re-inventar a roda - mas sim - mover as engrenagens que a mantém presa ao mecanismo do dia a dia, e, isso será feito com debates, palestras, seminários, cursos de extensão, campanhas educativas, semanas de Direitos Humanos, Curso de Especialização em Direitos humanos, atividades de pesquisa, e com a participação ativa da sociedade.
Considerando que a natureza interdisciplinar da educação em direitos humanos, as atividades não prescindem de um trabalho articulado entre professores, entidades educativas, atores, comunidades, entidades da sociedade civil, os vários conselhos estaduais e municipais dos mais variados segmentos da sociedade serão os pontos de referência e de trabalho.
O ano que passou - marcou um ponto de recuo para os direitos humanos.
Na sociedade civil, vimos agressões ainda, se isto é possível, piores! Presos aviltados de todas as formas. Acorrentados. Humilhados.
A pior de todas as humilhações: a miséria que campeia em nosso País. A saúde continua péssima, recorrente! A educação piora ano a ano. Violência generalizada. A fome. A falta de perspectiva. A falta de emprego!
Estamos no século XXI - e assistimos o extermínio de crianças pela fome e pela doença na África. Nas guerras inaceitáveis pelo oriente Médio! - <Mas sem ser necessário ir-se tão longe – a fome, a falta de saúde – a falta de educação – aqui no nosso ais são latentes!
Precisamos fazer voltar - com urgência o respeito devido à Carta das Nações Unidas no que tange a proteção dos Direitos dos Homens.
Precisamos fazer valer o nosso direito à vida - vida com qualidade. Nosso direito ao ar sem poluição. De águas límpidas e puras. Da manutenção de nossas matas. Do direito das minorias. Dos aviltados.
É preciso ensinar aos cidadãos como ser cidadão – o que vem a ser cidadania e os seus devidos direitos, bem como, as suas devidas obrigações.
Ao reunir-se pessoas e entidades sintonizadas com a cultura da promoção dos Direitos Humanos poderemos oferecer a nossa cidade, Estado, Pais, alternativas de escolher caminhos para a criação de novas realidades.
Olhar para as diferentes componentes que constituem uma cultura de Direitos Humanos e pensar numa forma de as abordar individualmente, ajuda a simplificar a questão em termos de objetivos concretos. Afinal, uma cultura de Direitos Humanos não é só uma cultura onde todos conhecem os seus direitos, pois conhecimento não equivale necessariamente a respeito e, sem respeito, existirão sempre violações. Uma cultura de Direitos Humanos é uma rede onde se entrelaçam atitudes, crenças, comportamentos, normas e regras.
Perceber isto torna-se fundamental para apoiar o trabalho que queremos levar a cabo com os nossos grupos.
Hoje, somos todos reféns do medo da violência e somos suas possíveis vítimas.
As crianças que atacam – que são usadas – também são vitimas.
No artigo 26 da Declaração Universal dos Direitos Humanos – temos que
"A educação deve visar a plena expansão da personalidade humana e o reforço dos direitos do homem e das liberdades fundamentais e deve favorecer a compreensão, a tolerância e a amizade entre todas as nações e todos os grupos raciais ou religiosos, bem como o desenvolvimento das atividades das Nações Unidas para a manutenção da paz." .
Promovendo uma Cultura de Paz:
Precisamos divulgar a Cultura da Paz em todos os âmbitos. No Fórum Mundial Social, recentemente realizado em Nairóbi, no Quênia, foi feito pelo poeta J.L.Ramos, de Santa Catarina, a leitura e a distribuição de 2.000 ( duas mil ) Carta da Paz, carta esta elaborada juntamente com a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, onde, em síntese, os Direitos Humanos são o nosso norte, quando afirmamos que para a celebração da Paz - se faz necessário: - resolver os conflitos sem violência; respeitar os direitos e deveres dos seres humanos; promover a dignidade da pessoa sem qualquer discriminação; eliminar todo tipo de preconceito; respeitar as diversidades de raça, gênero e sexo; livre direito de expressão; respeitar e manter os recursos naturais; exercer a tolerância; cultivar a solidariedade; empenhar-se na prevenção de conflitos armados; cuidar de promover a exclusão da pobreza extrema; distribuição mais justa de renda; distribuição mais justa de conhecimento; promover a educação como meta de crescimento para que o ser humano goze a plenitude de sua dignidade.
A Cultura de Paz é a Paz em ação; é o respeito aos direitos humanos no dia-a-dia; é um poder gerado por um triângulo interativo de paz, desenvolvimento e democracia. Enquanto cultura de vida trata-se de tornar diferentes indivíduos capazes de viverem juntos, de criarem um novo sentido de compartilhar, ouvir e zelar uns pelos outros, e de assumir responsabilidade por sua participação numa sociedade democrática que luta contra a pobreza e a exclusão; ao mesmo tempo em que garante igualdade política, eqüidade social e diversidade cultural.
Não pode haver paz sustentável sem desenvolvimento sustentável.
O que é necessário para que a PAZ seja o objetivo de todos?
A mola do sonho é a que movimenta o Mundo. Tudo que aí esta - para nosso deleite e até perdição - foi sonhado e arquitetado pelo Homem.
A guerra, também, é invenção nossa.
A Paz como objetivo de todos só se conseguirá quando o RESPEITO e a SOLIDARIEDADE forem as moedas a nos mover.
A mola do sonho é a que movimenta o Mundo. Tudo que aí esta - para nosso deleite e até perdição - foi sonhado e arquitetado pelo Homem.
A guerra, também, é invenção nossa.
A Paz como objetivo de todos só se conseguirá quando o RESPEITO e a SOLIDARIEDADE forem as moedas a nos mover.
As guerras nascem na mente dos homens deve plantar - se a semente para a paz", a
educação será o fator básico para atingir a paz e o desenvolvimento humano.
A educação para a paz deve criar consciência de que a cultura, a ideologia ou as idéias religiosas não pode impor-se pela força. Por outro lado é necessário reforçar os mecanismos de informação e participação organizada e democrática da sociedade civil para combater o armamentismo, o serviço militar obrigatório e a utilização de recursos das sociedades nacionais em infraestrutura bélica, promovendo uma consciência ética que permita utilizar prioritariamente os recursos do Estado-nação, na erradicação da pobreza, miséria e ignorância que vive grande contingente da população mundial.
Existe consenso na sociedade internacional no sentido de que a defesa dos direitos humanos e o desenvolvimento sustentável, transcendem e extrapolam o âmbito de competência nacional exclusiva, estabelecendo parâmetros internacionais globais de ação estatal, que garantam a proteção pelos Estados, independentemente de seus sistemas políticos, econômicos e culturais.
educação será o fator básico para atingir a paz e o desenvolvimento humano.
A educação para a paz deve criar consciência de que a cultura, a ideologia ou as idéias religiosas não pode impor-se pela força. Por outro lado é necessário reforçar os mecanismos de informação e participação organizada e democrática da sociedade civil para combater o armamentismo, o serviço militar obrigatório e a utilização de recursos das sociedades nacionais em infraestrutura bélica, promovendo uma consciência ética que permita utilizar prioritariamente os recursos do Estado-nação, na erradicação da pobreza, miséria e ignorância que vive grande contingente da população mundial.
Existe consenso na sociedade internacional no sentido de que a defesa dos direitos humanos e o desenvolvimento sustentável, transcendem e extrapolam o âmbito de competência nacional exclusiva, estabelecendo parâmetros internacionais globais de ação estatal, que garantam a proteção pelos Estados, independentemente de seus sistemas políticos, econômicos e culturais.
Não pode haver paz sustentável sem desenvolvimento sustentável.
Não pode haver desenvolvimento sem educação ao longo da vida.
Não pode haver desenvolvimento sem democracia, sem uma distribuição mais eqüitativa dos recursos, sem a eliminação das disparidades que separam os países mais avançados daqueles menos desenvolvidos.
Conhecem o verbo pazear?
Fala na comemoração do Dia Mundial da Paz - em Campo Grande MS - 2006
Senhores e Senhoras,
Conhecem o verbo pazear?
Esse verbo existe. Significa estabelecer paz ou harmonia.
A conjugação desse verbo, no presente do indicativo, é a seguinte: eu pazeio, tu pazeias, ele pazeia, nós pazeamos, vós pazeais, eles pazeiam.
Muitos de nós nunca conjugamos esse verbo em nossa fase escolar, e assim também não o fizeram nossos avós. E se algo não for feito as gerações futuras também não o farão.
A nossa cultura é uma cultura de guerra
Os heróis que conhecemos nas escolas são os grandes generais, os valentes marechais, os corajosos revolucionários. Quando assistimos um filme ou abrimos um livro encontramos tantas batalhas que quase podemos perceber suas páginas manchadas de sangue. São guerras entre nações, guerras religiosas, guerras civis, revoluções,
que logo aprendemos a conjugar o verbo guerrear, sem nenhuma dificuldade.
que logo aprendemos a conjugar o verbo guerrear, sem nenhuma dificuldade.
Isso aconteceu e acontece ainda.
Enaltecemos os guerreiros. Quase não falamos dos conquistadores da paz.
Pouco se conhece sobre homens e mulheres que empreenderam esforços para conquistar a paz, sem guerras nem derramamento de sangue. Por que não se fala dos construtores da paz, como Jesus de Nazaré, Paulo de Tarso, Francisco de Assis, Ghandi, Martin Luther King Júnior, madre Tereza de Calcutá, Chico Xavier e tantos outros pacifistas que tivemos e que ainda temos no mundo?
A conquista da paz só é possível com as ferramentas da paz, e não com as armas da guerra, que, em vez de pacificar os povos, disseminam mais ódios e ressentimentos.
Nossa cultura é uma cultura de guerra, pois existem os ministérios da guerra, mas nunca existiu o ministério da paz.
Precisamos mudar essa realidade.
Precisamos criar uma cultura de paz.
Precisamos incentivar o cultivo da paz nos lares, nas escolas e em todas as iniciativas sócio-econômicas, sócio-culturais, sócio-políticas e religiosas do planeta.
É preciso - que todos - crianças e adultos – aprendamos a conjugar o verbo pazear.
Quando a paz, e não a guerra, for valorizada, teremos um mundo de paz, amor e união entre as criaturas.
Claro que nos preocupa o que acontece pelo mundo todo – mas olhemos primeiro o que ocorre em nosso País, em nossa cidade, em nossa família.
A paz do mundo começa em cada um de nós. Se tivermos amor seremos mais felizes.
Lembremos que não se pode reiventear a guerra falando-se de paz.
A paz não tem preconceitos.
A paz não é um monossilabo mas um coletivo de todas as palavras que expressem o bem e a união.
A paz é dever e é direito.
Que este dia dedicado à paz possa ser profícuo e intenso e que as suas vibrações sejam expandidas por todo o planeta, estendendo-se mais ainda por todos os outros astros, contaminando todo o Universo com a nossa vontade de ver este mundo se transformar em uma terra mais humana e justa.
sábado, 1 de janeiro de 2011
O governador de Mato Grosso do Sul, andré Puccinelli, tomou posse para mais quatro anos de governo neste sábado
.
na foto, o Governador com Delasnieve Daspet
.
.
O governador de Mato Grosso do Sul, andré Puccinelli, tomou posse para mais quatro anos de governo neste sábado
.
A cerimônia teve início na Assembléia Legislativa onde, junto da vice-governadora Simone Tebet, fez o juramento e recebeu a faixa governamental do presidente da Assembléia, deputado estadual Jerson Domingos.
Logo após, passou em vistorias pelas tropas da Polícia Militar que o esperavam para as honras e se dirigiu ao Centro de Convenções Rubens Gil de Camilo, onde deu posse ao secretariado.
Governador
André Puccinelli, governador reeleito de Mato Grosso do Sul, nasceu em Viaregio (Itália) e veio para o Brasil com menos de um ano. Sua família fixou-se inicialmente em Porto Alegre (RS) e depois em Curitiba (PR), onde realizou seus estudos até concluir a faculdade. Casado com Elizabeth Puccinelli é pai de três filhos; a médica Vanessa Puccinelli, os advogados André Puccinelli Júnior e Denise Puccinelli.
Médico, formado pela Universidade Federal do Paraná, especializou-se em cirurgia geral. Atuou profissionalmente em Fátima do Sul (MS) até l983 e em Campo Grande. Foi Secretário Estadual de Saúde (l983/85), Deputado estadual por dois mandatos (1987/91 e l991/95) e Deputado federal (l995/96) até ser eleito prefeito da Capital de Mato Grosso do Sul.
André Puccinelli foi prefeito de Campo Grande (MS) por dois mandatos (1997/2000 e 2001/04). Como administrador, realizou obras e implantou programas que modernizaram a cidade, elevaram os seus indicadores econômicos e sociais e a qualidade de vida da sua população. Deixou o mandato com 98% de aprovação. Por dois anos consecutivos, foi apontado em pesquisa nacional como o melhor prefeito das capitais brasileiras.
Foi eleito governador de Mato Grosso do Sul em 2006 e reeleito em outubro de 2010. Em ambos os pleitos se elegeu no primeiro turno. Pesquisa recente constatou que a aprovação de seu governo, no primeiro mandato, atingiu índices de 85 por cento.
Vice-governadora
Simone Nassar Tebet nasceu em Três Lagoas. Advogada - formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, com especialização em Ciência do Direito pela Escola Superior de Magistratura e mestrado pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC)- foi professora universitária. Foi eleita deputada estadual em 2.002. Primeira mulher eleita para a prefeitura de Três Lagoas. Foi consultora técnica jurídica da Assembléia Legislativa de Mato Grosso do Sul e diretora técnica legislativa.
domingo, 26 de dezembro de 2010
Mensagem enviada pelo Sr. DAISAKU IKEDA à Delasnieve Daspet em agosto de 2009
Mensagem de Agradecimento
Excelentíssima Senhora Doutora Delasnieve Miranda Daspet de Souza, digníssima Presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB-Mato Grosso do Sul; Excelentíssimo Senhor Doutor Fábio Ricardo Trad, digníssimo Presidente da Ordem dos Advogados do Brasil - Seção de Mato Grosso do Sul, aos quais rendo o meu mais profundo respeito;
Excelentíssimas autoridades presentes, caros amigos, convidados, senhoras e senhores.
Nesta oportunidade em que a Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil - Seção de Mato Grosso do Sul distingue-me honrosamente com a presente Sessão Solene, desejo humildemente manifestar a minha mais sincera alegria e gratidão por esta alta consideração. Não há para mim júbilo maior.
Mesmo sem realizar contribuições à altura, recebo tão elevada distinção com inexaurível respeito, aceitando-a sob a responsabilidade de devotar ainda mais esforços para corresponder às expectativas de todos os presentes.
Agradeço pela especial concessão que me faz a Comissão de Direitos Humanos da OAB-MS de fazer me representar e peço a todos sinceras desculpas pela indelicadeza da minha ausência. Permita-me, porém, compartilhar com os nossos amigos de Campo Grande a alegria desta sublime honra.
Há algum tempo, publiquei meu diálogo com o ex-presidente da Academia Brasileira de Letras, Austregésilo de Athayde. Um dos pontos discutidos nesse encontro foi a educação como ponto primordial da revolução de qualquer sociedade que ao prosperar determina o próprio desenvolvimento. O que será então, importante para transformar a sociedade para um rumo melhor? Confirmamos com forte atenção, a importância da qualificação da dignidade de um ser humano teorizando sobre o fundamento do que é “dignidade do ser humano” ou “dignidade da vida”, porque onde houve falhas, ocorreram tragédias que foram parte da história da humanidade.
Acima de tudo, nós membros da SGI, concordamos que o foco máximo da educação no Século XXI depende do retorno ao ponto primordial do ser humano e de o quanto qualificou para direcionar as plenas possibilidades inerentes em cada um para o balanço harmonioso, à esperança e à felicidade.
A partir de hoje, uno-me às ilustres autoridades da Comissão de Direitos Humanos desta seção da OAB para estreitar os laços de amizade com os senhores, visando em especial, ao desenvolvimento do potencial de seus jovens.
Por fim, reiterando os profundos agradecimentos envio os meus sinceros votos de boa saúde e de prosperidade a todos os presentes.
Muito obrigado a todos os senhores.
.
Tóquio, 24 de agosto de 2009
Daisaku Ikeda
Presidente da Soka Gakkai Internacional
Assinar:
Postagens (Atom)




