quarta-feira, 18 de maio de 2011
domingo, 15 de maio de 2011
terça-feira, 3 de maio de 2011
Campo Grande, 29 de março de 2011.
Ao
Exmº. SR.
Deputado Estadual LAERTE TETILA
Nesta
Senhor Deputado,
.
Exmº. SR.
Deputado Estadual LAERTE TETILA
Nesta
Senhor Deputado,
.
.
Sou Embaixadora da Paz pelo Cercle Universel des Ambassadeurs de la Paix cuja sede fica em Genebra, Suíça, desde 2006, e desde a nossa investidura, vimos promovendo a Cultura da Paz e as Metas do Milênio, colocando ações práticas em favor da construção de uma Cultura de Paz na sociedade brasileira. Observando que o número de violências, degradações e crueldades não param de crescer, entendemos que se faz necessário, também, conhecer a causa destes fenômenos em suas nascentes; mais ainda, é preciso explicar e compreender como o ser humano pôde ir tão longe, a ponto de colocar em risco sua sobrevivência e a do planeta em que vive. Precisamos desenrolar os emaranhados das fontes geradoras de violência, a fim de sabermos como despertar as fontes geradoras de paz.
Sou Embaixadora da Paz pelo Cercle Universel des Ambassadeurs de la Paix cuja sede fica em Genebra, Suíça, desde 2006, e desde a nossa investidura, vimos promovendo a Cultura da Paz e as Metas do Milênio, colocando ações práticas em favor da construção de uma Cultura de Paz na sociedade brasileira. Observando que o número de violências, degradações e crueldades não param de crescer, entendemos que se faz necessário, também, conhecer a causa destes fenômenos em suas nascentes; mais ainda, é preciso explicar e compreender como o ser humano pôde ir tão longe, a ponto de colocar em risco sua sobrevivência e a do planeta em que vive. Precisamos desenrolar os emaranhados das fontes geradoras de violência, a fim de sabermos como despertar as fontes geradoras de paz.
A violência esta disseminada em diversos segmentos apesar das pessoas de bem, incluindo aí os pacifistas, terem empreendido intrépidos esforços na construção da Paz e do inestimável legado de contribuições a favor da pacificação, ainda não se tornou possível a implantação da organização da Paz no planeta.
Pretendemos que o nosso movimento alcance toda a sociedade sul-mato-grossense, e, até envolvendo organizações pacifistas nacionais e internacionais, tornando-se um grande rio que se interligue, de maneira organizada, na implantação de uma Cultura de Paz, empreendendo ações práticas que venham estabelecer a construção da Paz.
Submeto a apreciação de V. Exa., o anteprojeto que elaborei com justificativa, para a criação do Dia Estadual da Paz e também da da Bandeira da Paz.
_______________________________________________________________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Projeto de Lei ........
Institui o Dia Estadual da Cultura e da Paz, adota a Bandeira da Paz e dá outras providências.
Art. 1° Fica instituído, por esta Lei, o dia 21 de Setembro do calendário gregoriano como o Dia Estadual da Cultura e da Paz e adotada a Bandeira da Paz.
§ 1° Nessa data, haverá a realização de atividades artísticas, científicas, culturais, esportistas e religiosas,apresentações e eventos as consequências positivas que a paz e a conciliação trazem para a sociedade sul-mato-grossense, e sua importância social, econômica, educativa e espiritual.Nessa data se homenageará um cidadão ou uma entidade do Estado, que tenha realizado um trabalho expressivo em favor da promoção da paz e da cultura.
§ 2° Fica instituído o Prêmio Paz e Cultura, que será homenageado anualmente, no dia 21 de Setembro,coincidindo com o Dia Mundial da Paz, um cidadão ou uma entidade do Estado .
§ 3° O Executivo Estadual indicará uma comissão formada por 7 (sete) membros ligados aos setores da educação, cultura, esportes e lazer, dos Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário, mais 1 (um) representante do povo, para a coordenação dos eventos aludidos nos parágrafos anteriores.
2° A Bandeira da Paz, medindo 0,85m (zero vírgula oitenta e cinco metros) de altura por 1,40m (um vírgula quarenta metros) de largura, deverá ser confeccionada em pano branco, terá ao centro um círculo cor vermelho-púrpura, cujo aro medirá 0,10m (zero vírgula dez metros)) a partir da borda externa do círculo, com um diâmetro total de 0,60m (zero vírgula sessenta metros), tendo dentro dele, no centro, sobre o fundo branco,3 (três) esferas vermelho-púrpura com 0,10m (zero vírgula dez metros) de diâmetro cada uma, dispostas em forma de triângulo ascendente.
Art. 3° A Bandeira da Paz será hasteada no dia 21 de Setembro de cada ano nas escolas, nos museus, nas bibliotecas, nos prédios, nas repartições, nas instituições educacionais, científicas, culturais ou artísticas municipais, estaduais e em outros próprios públicos.
Art. 4° Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
_______________________________________________________________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Modelo da Bandeira da Paz
JUSTIFICATIVA DO PROJETO
Este Projeto é apresentado, tendo em vista a necessidade de, em nosso estado, trabalharmos a Paz, a Cultura da Paz.
_______________________________________________________________________________________________________________________________
Este mesmo projeto ja foi apresentado em várias cidade do Brasil e do mundo para a criação do Dia da Cultura da Paz e a adoção da Bandeira da Paz".
_______________________________________________________________________________________________________________________________
Os dois temas, CULTURA E PAZ, estão intimamente ligados e correlacionados. Pela cultura chegamos à paz. A cultura desenvolve o ser humano no seu todo e promove a paz.
Os dois temas, CULTURA E PAZ, estão intimamente ligados e correlacionados. Pela cultura chegamos à paz. A cultura desenvolve o ser humano no seu todo e promove a paz.
_______________________________________________________________________________________________________________________________
Imaginamos como objetivo geral e especifico a promoção na sociedade o desenvolvimento de uma Cultura de Paz;
_______________________________________________________________________________________________________________________________
Quanto aos objetivos específicos cremos que seriam:
_______________________________________________________________________________________________________________________________
Construir ações práticas e concretas para a implantação da Paz;
Disseminar a prática de realização de Caminhadas Pela Paz nas cidades de Mato Grosso do Sul;
Construir ações práticas e concretas para a implantação da Paz;
Disseminar a prática de realização de Caminhadas Pela Paz nas cidades de Mato Grosso do Sul;
_______________________________________________________________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________________________________________________________
Expandir, de forma organizada, o Movimento Pela Paz e Não Violência em todo o estado, começando por Campo Grande-MS;
Expandir, de forma organizada, o Movimento Pela Paz e Não Violência em todo o estado, começando por Campo Grande-MS;
_______________________________________________________________________________________________________________________________
Institucionalizar o ensino da Paz nas nossas escolas;
Institucionalizar o ensino da Paz nas nossas escolas;
_______________________________________________________________________________________________________________________________
Promover a instituição do Dia Estadual da Cultura da Paz , que poderá ser comemorado no mesmo dia em que se comemora no mundo todo, em 21 de setembro.
Promover a instituição do Dia Estadual da Cultura da Paz , que poderá ser comemorado no mesmo dia em que se comemora no mundo todo, em 21 de setembro.
_______________________________________________________________________________________________________________________________
As metas que perseguimos são as seguintes:
1.
Esperamos que ate 2020, 80% das escolas da rede municipal, estadual e particular de ensino tenham implantado o estudo da Paz, como conteúdo transversal no currículo pedagógico;
2.
Pretendemos, que em 100% das cidades onde haja sido implantado o Movimento Pela Paz e Não Violência, se realize "A Campanha de Desarmamento", com parceria estabelecida com os Ministérios da Justiça e da Defesa, a exemplo do que já aconteceu em outras cidades.
3.
Esperamos que ao final do ano 2020 hajam sido realizadas "Caminhadas Pela Paz", em todas as cidades do estado de Mato Grosso do Sul
4.
Pretendemos que em 100% das cidades onde se realize as "Caminhadas Pela Paz", seja instituído o "Dia Municipal da Paz" por decreto-lei, a exemplo de varias cidades brasileiras.
Pretendemos que em 100% das cidades onde se realize as "Caminhadas Pela Paz", seja instituído o "Dia Municipal da Paz" por decreto-lei, a exemplo de varias cidades brasileiras.
5.
Pretendemos que ao final de 2020, sejam realizados em todas as cidades onde haja sido implantado o Movimento Pela Paz e Não Violência, os seminários: "Paz Pela Paz e Não Violência" e "Ensinando a Ensinar a Paz".
6.
Pretendemos que sejam realizados em escolas, ONGs, praças públicas - ATOS DE PAZ; PAZ NAS ESCOLAS ; CONCURSO DE CONSTRUÇÃO DE TEXTO PELA PAZ; A SEMANA DA CULTURA DA PAZ; IMPLANTAÇÃO DA CAMINHADA PELA PAZ; CONSTRUÇÃO DE MONUMENTOS PELA PAZ; CONSTRUÇÃO DA PRAÇA DA PAZ; MULTIPLICAÇÃO DO MOVIMENTO PELA PAZ E NÃO-VIOLÊNCIA; SEMINÁRIO DA PAZ; CONSELHO ESTADUAL E MUNICIPAL DA CULTURA DA PAZ;
Quanto a Bandeira da Paz
Relativamente à bandeira da paz essa tornou-se mundialmente conhecida através do pacto de Nicholas K. Roerich pela Paz, firmado aos 15 de abril de 1935, em cerimônia máxima na Casa Branca, Washington DC, presidida por Franklin D. Roosevelt e com a presença de vinte representantes de países latino-americanos, inclusive o Brasil.
_______________________________________________________________________________________________________________________________
Precisamos hoje e sempre trabalhar pela cultura e pela paz. Desde tempos imemoriais, os guerreiros têm levado bandeiras à guerra, como símbolos de suas crenças e de suas pátrias. Esta bandeira proposta é uma bandeira de cultura e de paz. Ela retrata um dos símbolos mais antigos do mundo. Suas três esferas foram descritas por Nicholas K. Roerich como síntese de todas as artes, de todas as ciências e de todas as religiões, dentro do círculo da cultura.
Precisamos hoje e sempre trabalhar pela cultura e pela paz. Desde tempos imemoriais, os guerreiros têm levado bandeiras à guerra, como símbolos de suas crenças e de suas pátrias. Esta bandeira proposta é uma bandeira de cultura e de paz. Ela retrata um dos símbolos mais antigos do mundo. Suas três esferas foram descritas por Nicholas K. Roerich como síntese de todas as artes, de todas as ciências e de todas as religiões, dentro do círculo da cultura.
_______________________________________________________________________________________________________________________________
Nicholas K. Roerich nasceu na cidade de São Petesburgo, na Rússia, em 09.10.1874 e faleceu em Nova York, nos Estados Unidos da América, em 1974. Artista mundialmente reconhecido, arqueólogo, explorador, filósofo e humanista, com grande contribuição ao mundo da cultura e da arte, produziu mais de seis mil pinturas e escritos. Criou o tratado universal de paz e de proteção aos tesouros do gênio humano que hoje leva o nome de Pacto de Roerich, também conhecido como a cruz vermelha da cultura. Definiu a cultura como o cultivo do potencial criativo no homem. Acreditou que alcançar a paz através da cultura é um propósito a ser realizado pelo esforço positivo da vontade humana.
Nicholas K. Roerich nasceu na cidade de São Petesburgo, na Rússia, em 09.10.1874 e faleceu em Nova York, nos Estados Unidos da América, em 1974. Artista mundialmente reconhecido, arqueólogo, explorador, filósofo e humanista, com grande contribuição ao mundo da cultura e da arte, produziu mais de seis mil pinturas e escritos. Criou o tratado universal de paz e de proteção aos tesouros do gênio humano que hoje leva o nome de Pacto de Roerich, também conhecido como a cruz vermelha da cultura. Definiu a cultura como o cultivo do potencial criativo no homem. Acreditou que alcançar a paz através da cultura é um propósito a ser realizado pelo esforço positivo da vontade humana.
______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Afirmou que a cultura não pertence a um só homem, a um grupo, ou a uma nação: é propriedade mútua de toda a humanidade e herança das gerações. É a criação construtiva do comportamento humano. Transcende a todos os obstáculos, partidos políticos, preconceitos e intolerâncias. É a mais alta percepção da beleza e do conhecimento. Sem cultura não há verdade, unidade e paz. Sem paz não há progresso. A cultura é instrumento para a paz permanente. Com ela busca-se o caminho da construção pacífica. Os valores culturais são os maiores tesouros do povo. Cultura é símbolo da criatividade e só a criatividade pacífica gera o progresso. Cultura é reverência da luz. A cultura é o amor da humanidade, a cultura é fragrância, a unidade da vida, a beleza.
Afirmou que a cultura não pertence a um só homem, a um grupo, ou a uma nação: é propriedade mútua de toda a humanidade e herança das gerações. É a criação construtiva do comportamento humano. Transcende a todos os obstáculos, partidos políticos, preconceitos e intolerâncias. É a mais alta percepção da beleza e do conhecimento. Sem cultura não há verdade, unidade e paz. Sem paz não há progresso. A cultura é instrumento para a paz permanente. Com ela busca-se o caminho da construção pacífica. Os valores culturais são os maiores tesouros do povo. Cultura é símbolo da criatividade e só a criatividade pacífica gera o progresso. Cultura é reverência da luz. A cultura é o amor da humanidade, a cultura é fragrância, a unidade da vida, a beleza.
A cultura é a síntese do crescimento e a realização dos sentidos, a cultura é a armação da luz, a cultura é a salvação, a cultura é a força motivadora, a cultura é o coração criativo.
Pelo estudo, estima e admiração, nos tomamos cooperadores reais com a evolução, e, fora _______________________________________________________________________________________________________________________________dos raios brilhantes da suprema luz não se poderá alcançar o conhecimento verdadeiro. Este
_______________________________________________________________________________________________________________________________conhecimento refinado está baseado na compreensão real na tolerância. Desta fonte vem o entendimento, e do grande entendimento levante-se o supremamente belo, o esclarecedor e aperfeiçoador entusiasmo pela paz.
Cultura e paz poderão fazer o homem verdadeiramente invencível e, realizando suas condições espirituais ele se toma tolerante e acolhedor. 'Onde há paz, há cultura'; 'Onde há cultura há paz'.
Considerações finais:
_______________________________________________________________________________________________________________________________
Quando falamos em Paz, a maioria das pessoas pensam em algo muito distante, outros a percebem como uma questão meramente poética ou filosófica, ou ainda, a entendem como ocupação específica das organizações internacionais, enquanto muitos relacionam a paz às concepções de ordem religiosa. Não raro, os que vão além, relacionam a Paz à meditação Zen, enquanto outros a relacionam à mera ausência de guerras ou conflitos. No entanto a Paz não é somente isto, tão pouco simplesmente se resume à imagem que se caracterizou numa pomba com um ramo no bico.
_______________________________________________________________________________________________________________________________
Toda esta limitada percepção se deve ao fato de não possuirmos ainda uma Cultura de Paz na nossa sociedade.
_______________________________________________________________________________________________________________________________
Citando Frederico Mayor, acreditamos que "as guerras nascem no espírito dos homens e é nele primeiramente que devem ser erguidas as defesas da Paz". E se é no espírito dos indivíduos que começam as guerras, então, como disse Robert Muller: "São nas escolas da terra que se moldará a nova consciência da Paz, capaz de por um termo a toda violência".
Pretendemos alcançar a construção de uma Cultura de Paz, fundamentada também em uma Pedagogia pela Paz. Se faz necessário uma educação que alcance os corações e contribua para a formação de um homem melhor. A exemplo disso, verificamos que as escolas do mundo sempre estudaram e ainda estudam sobre todas as guerras e não têm nenhum conteúdo de informação em favor da Paz.
Pretendemos alcançar a construção de uma Cultura de Paz, fundamentada também em uma Pedagogia pela Paz. Se faz necessário uma educação que alcance os corações e contribua para a formação de um homem melhor. A exemplo disso, verificamos que as escolas do mundo sempre estudaram e ainda estudam sobre todas as guerras e não têm nenhum conteúdo de informação em favor da Paz.
Concluindo, com a devida venia, este é o anteprojeto e a justificativa que submeto _________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________a análise de V. Exa., para que o Senhor o leve à elevada apreciação dos nobres deputados que integram ess_______________________________________________________________________________________________________________________________t_______________________________________________________________________________________________________________________________a Casa Legislativa, na certeza de que, após regular tramitação, seja a final deliberado e aprovado na devida forma regimental.
Atenciosamente,
Delasnieve Miranda Daspet de Souza
Embaixadora Universal da Paz pelo âmbito do
Cercle Universel des Ambassadeurs de la Paix -Genebra, Suiça.
sexta-feira, 4 de março de 2011
FALA DE DELASNIEVE DASPET - NA INAUGURAÇÃO DA AME - ASSISTÊNCIA AO MENOR
Em 2001 quando fui informada de que era a nova presidente da AME ASSISTÊNCIA AO MENOR – e que fora eleita por aclamação, não poderia imaginar o dia de hoje.
De cara enfrentei vários problemas – o maior deles era o descrédito do poder publico para com a entidade – fui me apresentar a então secretaria Tânia Garib e de pronto ela me passou uma carraspana... Na hora fiquei aborrecida e quis fechar a entidade – estava entrando naquele momento – estava acabando de assumir - mas o alerta serviu para que me enteirasse do problema e que tomasse aquilo como um desafio.
Foi o que eu fiz.
Fomos atrás de parceiros – falei com a maçonaria e obtive ajuda de cunhados ímpares como o Ivan Dias Rodrigues que por mais de seis meses nos ajudou no combustível; ao cunhado Aragão que nos emprestou a carrocinha para buscar quebras de supermercados; a Leda Santiago Ramos – que não nos deixou faltar legumes e frutas das quebras do Comper; ao amigo e Juiz Francisco Gerardo de Souza – que nos colocou no sistema de penas alternativas; ao Francisco Costa e Silva, nosso tesoureiro e parceiro de primeira hora; ao Boaventura Diacopolus – nosso benemérito-contador; e temos o Arthur Jorge do Amaral e Janete do Carmo Cerqueira que nos doaram os livros da biblioteca e a Leda Santiago Ramos que doou todas as estantes; ao meu marido Nelson Vieira de Souza – que é quem garante os valores que faltam ( porque sempre falta!), aos meus filhos Marcel e Werner – que por mais de 9 anos nos ajudaram na administração, a Lena – parceira desde o primeiro dia... não posso deixar de agradecer a parceria da SEMED – com a professora Maria Cecilia Amendola da Mota e a do SAS com a nossa senadora Maria Antonieta Amorim Trad, e a todos os servidores da Secretaria de Assistência Social e a de Educação que sempre nos deram força e ensinamentos...
A tranco e barrancos fomos vencendo ano a ano... eu, sempre querendo entregar a entidade a comunidade – chamei-os para virem compor a diretoria – disse para assumirem a direção... ainda não conseguimos nos entender, e, enquanto isso seguimos à frente.
Aí, de repente no ano passado, outro cunhado de maçonaria nos deu um presente – 10 computadores nos foram doados pela ELETROSUL – através do Ricardo Luiz de Souza Licks – que também é nosso benemérito anual através do CLIK ESPERANÇA.
Com a chegada dos computadores me sobreveio novo ânimo e corri atrás das idéias que me tomavam.. Fui atrás do prefeito e amigo Nelson Trad Filho e pedi esta área a AME , esta, e o pedaço que esta ai a frente... Fui acompanhada dos representantes da TOYOTA aqui em Mato Grosso do Sul – porque as idéias latejam em mim e precisavam nascer... e entrou em cena o nosso parceiro maior – o parceiro supremo que nunca nos faltou – falo de Deus – que nos deu o caminho e a forma de segui-lo. E o prefeito Nelson – que Deus o abençoe sempre – acolheu nosso pedido e mandou processa-lo... Sei que demora o andamento das coisas e que a burocracia é grande – mas a confiança no trabalho e na responsabilidade é maior.
E aqui estamos, senhores e senhoras, amigos queridos, parceiros de todas as horas – aqui estamos entregando à população da região dos lagos um centro de cultura e de lazer. Uma biblioteca com cerca de três mil volumes, um ambiente para desenvolver artes, artesanato; outro para música – pretendemos criar uma orquestra de cordas – bem pequena – com 39 instrumentos – uma sala de leitura, um espaço para oficinas literárias.
Gestando – no espaço ao lado, pensamos num pequeno teatro para 80 lugares – um teatro de bolso, e, uma sala para esportes. Como sabem meu filho é campeão do centro-oeste, campeão nacional e vice campeão, por duas vezes, do sul-americano de jiu-jitsu e levará a sua arte para os jovens desta região.
Penso e pratico o meu pensamento de que os mais afortunados tem a obrigação de dividir com os que pouco possuem.
Desde janeiro estamos empenhados nesta reforma - aqui conseguiremos atender em torno de 200 crianças de 6 a 16 anos – a prefeitura nos ajuda com a manutenção de 50 crianças de 6 a 14 anos – o excedente temos feito por nos mesmo.
Alias, Senhor Prefeito, Sra. Secretaria – precisamos de uma ajuda maior.
Claro que não é fácil... também, se fosse fácil todos fariam – então aos loucos e aos visionários foi dado a parcela de ousadia necessária do sonho e o da realização.
Sou um desses loucos e visionários, graças a Deus!
E porque sou um desses seres dos quais falava é que estou com esta árdua missão, de traduzir em palavras a importância deste Centro de Cultura e Lazer – lhes digo isso porque o que se concretiza nesta oportunidade, não é só a instalação física de um local destinado a receber crianças carentes, mas representa o acolhimento destas, quer para reforçar sua educação, quer para propiciar-lhes formação. O que se vê nascer hoje é fruto de conjunto de esforços de pessoas que deram de si, visando à formação de verdadeiros cidadãos que, a partir deste momento passam a ter mais acesso ao conhecimento científico e cultural.
Já estamos com dois atletas treinando xadrez... nos aguardem!
Nos aguardem!
O que me resta nesta oportunidade é parabenizar a todos os que contribuíram para que o Centro se tornasse uma realidade, cidadãos que traduzem em si uma consciência social ativa e que reacendem, em cada um de nós, a esperança de uma sociedade mais igualitária e mais justa e renovam a crença no ser humano, que levarão na memória o nome das pessoas que serviram de mola propulsora aos seus progressos pessoais.
Obrigada a todos que atenderam ao meu convite e aqui vieram para ajudar a propagar a fé no homem.
Obrigada!
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Visão de trabalho social - ( Delasnieve Daspet )
Delasnieve Daspet – tem uma visão macro do que é um trabalho social com crianças . Com seu trabalho pretende ajudar a suprir as carências dos programas e ações que deveriam garantir a execução dos direitos e dos deveres das crianças e adolescentes na faixa etária de 07 a 14 anos.
É ao que ela se propõe e dentro das possibilidades que lhe são dadas é o que tem tentado fazer. Tem por objetivo melhorar o apoio socio-educativo e complementar das crianças nessa faixa etária, filhos de pais de baixa renda.
Procura estender esse amparo aos familiares dessas crianças, levando-se em conta a necessidade dos mesmos, não o que se possa ofertar. Ela tenta adequar a entidade as necessidades dos carentes, não o contrário.
Procura – em parceria com hospitais, profissionais da saúde, da educação, de empresas particulares - desenvolver atendimento dentário, médico, jurídico, psicológico, educacional e semi-profissionalizante às crianças e aos pais, fazendo convênios com igrejas, associações e com metodologia própria ao alcance dos necessitados.
Entende, Delasnieve Daspet – que a desigualdade social não é uma história a ser contada ou decantada. É um fato que temos de tentar reverter.
Esperar que apenas o Governo, em quaisquer de seus âmbitos, venha a realizar trabalhos que modifiquem o status quo presente é uma utopia.
Afirma Delasnieve que - “ Ë necessário que a sociedade civil se mobilize e consiga diminuir essa disparidade que tanto nos envergonha enquanto seres humanos.
Temos as melhores Leis do Mundo. Somos um País riquíssimo. Mas muito desigual
Estamos falando dos seres humanos que irão reger os destinos deste País.
Cuidar de nossas riquezas. De nossa continuidade. De nossa velhice . Da unidade do País.
A miséria – é o grande desafio do Brasil, e nos propomos a dar nossa parcela de ajuda por mínima que seja”
NA entidade que dirige – atende 60 ( sessenta ) crianças... e a pergunta que não cala e que se faz permanentemente é: NÃO PODEMOS ATENDER MAIS??
E ela responde: “ Sim, podemos. Temos tempo. Temos espaço. Temos necessidade. Temos necessitados.A procura por vagas é intensa. Constante. Porém para que possamos aumentar a nossa cota de vagas, se faz mister que tenhamos a garantia da disponibilizar o recurso financeiro para o desenvolvimento dos projetos idealizados. Saindo-se do campo dos sonhos!
É necessário formalizar e readequar os espaços – como oficinas profissionalizantes, de produção, com oferta de novos cursos para a comunidade, sempre através de parceria, única forma de viabilizar um trabalho desse nível..
Se não investirmos nas crianças – não haverá futuro. Não haverá amanhã.
É necessário que se invista na educação.
Na formação dos professores.
Ao invés de punir vamos educar – criar situações para que o futuro seja viável, tendo como base a saúde, o lazer, a educação e a cultura.
Proporcionar ar ao adolescente um convívio sadio e salutar de forma que lhe garanta satisfação pessoal e melhor desempenho psíco-motor.
Promover com as crianças atividades culturais tais como: artes cênicas; danças; coral, festas folclóricas e comemorativas com incentivo de desenvolvimento educacional.
Proporcionar uma alimentação compatível com suplemento nutricional, procurando melhorar as condições de saúde e nutrição dos mesmos.
Orientar e auxiliar os adolescentes na busca de qualificação profissional., integrando-os na sua família e na sua comunidade.
Este é o sonho que move e o que se busca é a potencializar o progresso pela educação, eis que só chegaremos a algum patamar desde que nos conscientizemos de que investir na educação, na construção do brasileiro do amanhã, estaremos, também, reduzindo as taxas de pobreza , de violência, da nossa população.
E para que realmente saia do campo dos projetos e das coisas viáveis e necessário que o poder público, através de seus gestores, dê um contínuo apoio e monitoramento que permita verificar ao alcance dos propósitos.
Promovendo a Cultura de Direitos Humanos -
Vamos, de novo e sempre, partir da premissa de que a educação é o elemento essencial para a promoção e defesa dos direitos humanos em diferentes níveis e modalidades.
Pretendemos - não re-inventar a roda - mas sim - mover as engrenagens que a mantém presa ao mecanismo do dia a dia, e, isso será feito com debates, palestras, seminários, cursos de extensão, campanhas educativas, semanas de Direitos Humanos, Curso de Especialização em Direitos humanos, atividades de pesquisa, e com a participação ativa da sociedade.
Considerando que a natureza interdisciplinar da educação em direitos humanos, as atividades não prescindem de um trabalho articulado entre professores, entidades educativas, atores, comunidades, entidades da sociedade civil, os vários conselhos estaduais e municipais dos mais variados segmentos da sociedade serão os pontos de referência e de trabalho.
O ano que passou - marcou um ponto de recuo para os direitos humanos.
Na sociedade civil, vimos agressões ainda, se isto é possível, piores! Presos aviltados de todas as formas. Acorrentados. Humilhados.
A pior de todas as humilhações: a miséria que campeia em nosso País. A saúde continua péssima, recorrente! A educação piora ano a ano. Violência generalizada. A fome. A falta de perspectiva. A falta de emprego!
Estamos no século XXI - e assistimos o extermínio de crianças pela fome e pela doença na África. Nas guerras inaceitáveis pelo oriente Médio! - <Mas sem ser necessário ir-se tão longe – a fome, a falta de saúde – a falta de educação – aqui no nosso ais são latentes!
Precisamos fazer voltar - com urgência o respeito devido à Carta das Nações Unidas no que tange a proteção dos Direitos dos Homens.
Precisamos fazer valer o nosso direito à vida - vida com qualidade. Nosso direito ao ar sem poluição. De águas límpidas e puras. Da manutenção de nossas matas. Do direito das minorias. Dos aviltados.
É preciso ensinar aos cidadãos como ser cidadão – o que vem a ser cidadania e os seus devidos direitos, bem como, as suas devidas obrigações.
Ao reunir-se pessoas e entidades sintonizadas com a cultura da promoção dos Direitos Humanos poderemos oferecer a nossa cidade, Estado, Pais, alternativas de escolher caminhos para a criação de novas realidades.
Olhar para as diferentes componentes que constituem uma cultura de Direitos Humanos e pensar numa forma de as abordar individualmente, ajuda a simplificar a questão em termos de objetivos concretos. Afinal, uma cultura de Direitos Humanos não é só uma cultura onde todos conhecem os seus direitos, pois conhecimento não equivale necessariamente a respeito e, sem respeito, existirão sempre violações. Uma cultura de Direitos Humanos é uma rede onde se entrelaçam atitudes, crenças, comportamentos, normas e regras.
Perceber isto torna-se fundamental para apoiar o trabalho que queremos levar a cabo com os nossos grupos.
Hoje, somos todos reféns do medo da violência e somos suas possíveis vítimas.
As crianças que atacam – que são usadas – também são vitimas.
No artigo 26 da Declaração Universal dos Direitos Humanos – temos que
"A educação deve visar a plena expansão da personalidade humana e o reforço dos direitos do homem e das liberdades fundamentais e deve favorecer a compreensão, a tolerância e a amizade entre todas as nações e todos os grupos raciais ou religiosos, bem como o desenvolvimento das atividades das Nações Unidas para a manutenção da paz." .
Promovendo uma Cultura de Paz:
Precisamos divulgar a Cultura da Paz em todos os âmbitos. No Fórum Mundial Social, recentemente realizado em Nairóbi, no Quênia, foi feito pelo poeta J.L.Ramos, de Santa Catarina, a leitura e a distribuição de 2.000 ( duas mil ) Carta da Paz, carta esta elaborada juntamente com a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, onde, em síntese, os Direitos Humanos são o nosso norte, quando afirmamos que para a celebração da Paz - se faz necessário: - resolver os conflitos sem violência; respeitar os direitos e deveres dos seres humanos; promover a dignidade da pessoa sem qualquer discriminação; eliminar todo tipo de preconceito; respeitar as diversidades de raça, gênero e sexo; livre direito de expressão; respeitar e manter os recursos naturais; exercer a tolerância; cultivar a solidariedade; empenhar-se na prevenção de conflitos armados; cuidar de promover a exclusão da pobreza extrema; distribuição mais justa de renda; distribuição mais justa de conhecimento; promover a educação como meta de crescimento para que o ser humano goze a plenitude de sua dignidade.
A Cultura de Paz é a Paz em ação; é o respeito aos direitos humanos no dia-a-dia; é um poder gerado por um triângulo interativo de paz, desenvolvimento e democracia. Enquanto cultura de vida trata-se de tornar diferentes indivíduos capazes de viverem juntos, de criarem um novo sentido de compartilhar, ouvir e zelar uns pelos outros, e de assumir responsabilidade por sua participação numa sociedade democrática que luta contra a pobreza e a exclusão; ao mesmo tempo em que garante igualdade política, eqüidade social e diversidade cultural.
Não pode haver paz sustentável sem desenvolvimento sustentável.
O que é necessário para que a PAZ seja o objetivo de todos?
A mola do sonho é a que movimenta o Mundo. Tudo que aí esta - para nosso deleite e até perdição - foi sonhado e arquitetado pelo Homem.
A guerra, também, é invenção nossa.
A Paz como objetivo de todos só se conseguirá quando o RESPEITO e a SOLIDARIEDADE forem as moedas a nos mover.
A mola do sonho é a que movimenta o Mundo. Tudo que aí esta - para nosso deleite e até perdição - foi sonhado e arquitetado pelo Homem.
A guerra, também, é invenção nossa.
A Paz como objetivo de todos só se conseguirá quando o RESPEITO e a SOLIDARIEDADE forem as moedas a nos mover.
As guerras nascem na mente dos homens deve plantar - se a semente para a paz", a
educação será o fator básico para atingir a paz e o desenvolvimento humano.
A educação para a paz deve criar consciência de que a cultura, a ideologia ou as idéias religiosas não pode impor-se pela força. Por outro lado é necessário reforçar os mecanismos de informação e participação organizada e democrática da sociedade civil para combater o armamentismo, o serviço militar obrigatório e a utilização de recursos das sociedades nacionais em infraestrutura bélica, promovendo uma consciência ética que permita utilizar prioritariamente os recursos do Estado-nação, na erradicação da pobreza, miséria e ignorância que vive grande contingente da população mundial.
Existe consenso na sociedade internacional no sentido de que a defesa dos direitos humanos e o desenvolvimento sustentável, transcendem e extrapolam o âmbito de competência nacional exclusiva, estabelecendo parâmetros internacionais globais de ação estatal, que garantam a proteção pelos Estados, independentemente de seus sistemas políticos, econômicos e culturais.
educação será o fator básico para atingir a paz e o desenvolvimento humano.
A educação para a paz deve criar consciência de que a cultura, a ideologia ou as idéias religiosas não pode impor-se pela força. Por outro lado é necessário reforçar os mecanismos de informação e participação organizada e democrática da sociedade civil para combater o armamentismo, o serviço militar obrigatório e a utilização de recursos das sociedades nacionais em infraestrutura bélica, promovendo uma consciência ética que permita utilizar prioritariamente os recursos do Estado-nação, na erradicação da pobreza, miséria e ignorância que vive grande contingente da população mundial.
Existe consenso na sociedade internacional no sentido de que a defesa dos direitos humanos e o desenvolvimento sustentável, transcendem e extrapolam o âmbito de competência nacional exclusiva, estabelecendo parâmetros internacionais globais de ação estatal, que garantam a proteção pelos Estados, independentemente de seus sistemas políticos, econômicos e culturais.
Não pode haver paz sustentável sem desenvolvimento sustentável.
Não pode haver desenvolvimento sem educação ao longo da vida.
Não pode haver desenvolvimento sem democracia, sem uma distribuição mais eqüitativa dos recursos, sem a eliminação das disparidades que separam os países mais avançados daqueles menos desenvolvidos.
Assinar:
Postagens (Atom)



